Opinião

03/10/2021 Última atualização 08H08
Opinião

O poder da (nossa) burocracia

“Caminhando contra o vento Sem lenço, sem documento”

03/10/2021 Última atualização 08H05
Opinião

Fica difícil não sentir inveja

As eleições autárquicas de domingo último em Portugal surpreenderam algumas pessoas que tendo ligações fortes ou mais frágeis ao país, ainda não se habituaram a essa prática democrática. Foram notadas as ausências que colocaram o abstencionismo num grau elevado e que, embora esperado, deixou uma marca negativa na consulta eleitoral.

03/10/2021 Última atualização 08H03
Opinião

Foco na imprensa regional

O desenvolvimento da imprensa regional tem sido, nos últimos tempos, o foco da Edições Novembro, a empresa proprietária do Jornal de Angola e de outros títulos.

03/10/2021 Última atualização 07H30
Opinião

Ainda sobre o “arrozal benguelensis”

Durante os meses de Agosto e Setembro/2021 fiz milhares de quilómetros por estrada. Percorri Cabinda de Sul a Norte, fiz Luanda-Soyo-Luanda, Luanda-Cuito-Luanda e Luanda-Quibala-Luanda, fora o roteiro Luanda-Huambo-Chipindo-Longonjo-Menongue-Cuchi-Lubango-Benguela- Sumbe-Luanda, feito em Maio.

03/10/2021 Última atualização 07H25
Opinião

Menina linda e sem asseio

Ouve-se o nome dela em todos os cantos. É destino diário de muito boa gente. Pessoas sérias, imbuídas de um espírito de luta diária pela sobrevivência.

02/10/2021 Última atualização 06H00
Opinião

Celebrar os trabalhadores da Saúde

Dia 25 de Setembro é o Dia do Trabalhador da Saúde. Esse dia foi assim definido em homenagem ao Dr. Américo Boavida – N’Gola Kimbanda (Médico de Angola), de feliz memória – que faleceu em combate, em 1968, nas matas do Leste de Angola, durante a Guerra de Libertação Nacional, contra o colonialismo português. O Dr. Américo Boavida foi considerado Herói Nacional, tal como todos aqueles que sacrificam as suas vidas pelas vidas dos outros – são autênticos heróis e merecem a nossa homenagem.

02/10/2021 Última atualização 06H00
Opinião

A cesta básica angolana e os 7 C’s orientadores do seu preço

Angola, entre 2014 e 2021, viu a paridade da moeda local em relação a cada 100 dólares americanos passar de 10 mil kwanzas para 63 mil kwanzas. Desde então, o preço dos produtos associados à cesta básica, ou seja, o cabaz de bens essenciais, mais do que triplicou, entre 2016 e 2021. Torna-se imperativo compreender os motivos desta variação positiva do preço, que, de forma simplificada, podem ser organizados em sete factores, nomeadamente:

01/10/2021 Última atualização 08H55
Opinião

Transgressões incentivadas

A transgressão, pelo prazer de desafiar a Lei, uma constante na província de Luanda, amparada pela conivência indisfarçável dos que a deviam impedir, tem passado ao lado, vá lá saber-se porquê, das pré-campanhas eleitorais em curso.

01/10/2021 Última atualização 07H00
Opinião

A importância de investir nas Forças Armadas

De forma cada vez mais crescente, os países africanos vão sendo confrontados com a necessidade de investir nas forças armadas e de ter um exército em permanente estado de prontidão, capaz de intervir para, num curto espaço de tempo, repor a ordem e a legalidade em situações em que as ameaças à segurança e à soberania transcendam a capacidade das forças policiais.

01/10/2021 Última atualização 07H00
Opinião

História inconveniente

À minha frente, aqui na Zâmbia, estava um grupo de jovens nascidos em 1999. Como muitos zambianos daquela idade, eles são profundamente respeitosos e ávidos de saber a história. Falei dos jovens de Dedan Kimathi; nenhum deles fazia a mínima ideia de quem se tratava. Perguntei-lhes sobre Kwame Nkrumah; alguém respondeu que havia um colégio algures na Zâmbia com este nome, mas todos insistiram que teriam que consultar o Google para saber de quem se tratava.

30/09/2021 Última atualização 06H00
Opinião

A ONU e o sapato do camarada Nikita Krushchev

Nações com sede em Genebra, no intuito principal de preservar a paz, o mundo adormeceu sem adivinhar os pesadelos dos nossos dias. Genebra tem para nós um sabor a colonialismo porque foi nesse lugar que os “outros” repartiram África.

30/09/2021 Última atualização 06H00
Opinião

Violência e abrigos

Os números de vítimas da violência entre géneros, em Angola, maioritariamente mulheres e crianças, de ambos os sexos, a avaliar pelos ecos que chegam à rua, continuam arrepiantes, reflectindo a sociedade que estamos a construir.