Cultura

“Water for Life” encanta artista

A artista plástica angolana Ana Silva foi a convidada dos seminários e orientadora da exposição colectiva “Water for Life” com a presença dos artistas que participaram na residência artística “Resiliart Angola”.

22/10/2021  Última atualização 09H45
Artista plástica angolana Ana Silva © Fotografia por: DR
A artista que divide a carreira profissional entre Lisboa e Luanda, deixou há dias a capital do país depois do convite da American Schools Of Angola (ASA) para dar formação aos jovens.
Foram três semanas de trabalho intenso com os participantes da residência artística, no âmbito do Resiliart-Angola, que apoiou na produção das obras.
   
A artista partiu, na quarta-feira, satisfeita com o potencial dos participantes. Resiliart é um movimento global criado pela Unesco no início da actual crise sanitária. Em Angola, a American Schools of Angola, a Unesco e o Governo de Angola uniram-se para promover o Resiliart-Angola, inserido na II Bienal da Cultura de Paz.

Para a  exposição "Water for Life”  foi usado  material reciclado e foram duas semanas de trabalho criativo e partilha de conhecimento com Ana Silva que desafiou os artistas a saírem das zonas de conforto e aproveitarem peças de fardos e outros objectos estranhos.

A exposição está patente até ao final do mês, na American Schools of Angola (ASA),  no condomínio Rosalinda. Um outro resultado dos primeiros meses da residência artística está a ser preparada como proposta para a Bienal da Cultura de Paz, em Novembro próximo. Marcos Agostinho, da ASA, pensa estender o apoio à outras iniciativas artístico-culturais.

Ana Silva este ano tem tido uma jornada com presença em várias exposições entre individuais e colectivas como na Galeria Magni em Paris com: "Retrato de Família”, uma exposição individual, participou na exposição colectiva "The Powers of Hands”, no Museu de Arte Moderna de Paris, que reuniu artistas africanas com carreiras consolidadas, na colectiva "Entretecidos”, no pavilhão Branco Lisboa, na Feira 154 em Paris, com a Galeria André Magnin, numa colectiva no Museu de Arte Moderna de Paris (The power of my Hands) África 2020 e na Art Geneve sala vip UBS com a Fundação Africana.

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