Política

Vice-Presidente da República apoia grafia toponímica única

A unificação da grafia toponímica existente desde o tempo colonial deve ser mantida, assente na observância das regras para evitar erros, defendeu esta sexta-feira (24), em Luanda, o Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa.

24/09/2021  Última atualização 19H13
Bornito de Sousa questiona o por que não se alinha o alfabeto das línguas nacionais africanas ao das outras de origem bantu © Fotografia por: DR

No workshop sobre "Toponímia, Princípios e Directrizes, Referência de Memória no Desenvolvimento Urbano”, o político lembrou os casos de Cabinda, Cuanza Norte e Cuando Cubango, explicando que se se escrever Catete com C e outro com K, ao pesquisar, corresponderia a localidades diferentes.

Para evitar equívocos, de acordo com Bornito de Sousa, se for de entendimento escrever em língua nacional que seja correctamente.

Em relação à moeda nacional, o Vice-Presidente da República disse haver incongruência a grafia do Kwanza que faz o plural kwanzas, quando as línguas nacionais adoptam o plural por prefixação e não por sufixação.

"Não vejo textos em português ou em língua nacional africana sem palavras de uma ou de outra, razão pela qual apelo à realização de estudos que adoptem um único alfabeto, num esforço agregador”, realçou.

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