Economia

Vendedores recebem crédito após legalização

Marcelo Manuel | Ndalatando

Jornalista

Um grupo de 100 vendedores reconvertidos para a economia formal recebeu, sexata-feira, em Ndalatando, Cuanza-Norte, os primeiros financiamentos concedidos na província à luz do Programa Nacional de Reconversão da Economia Informal (PREI).

25/06/2022  Última atualização 11H15
Humberto Mesquita descreve microcrédito no Cuanza-Norte © Fotografia por: Marcelo Manuel | Ndalatando
Entre os negócios propostos pelos beneficiários constam os de venda de bens alimentares, vestuário, calçado e bebidas. O representante do Fundo de Apoio de Capitais de Risco (FACRA), Simão Cardoso, frisou que o dinheiro cedido para cada candidato depende do volume de negócios de cada favorecido, situando-se entre os  300 mil e os sete milhões de kwanzas.   

Simão Cardoso defendeu a necessidade de os beneficiários trabalharem com dedicação, por forma a aumentarem o volume dos  negócios, com  o propósito de gerarem mais rendimentos e oportunidades de emprego para outros cidadãos.                                    

O director do Gabinete Provincial de Desenvolvimento Económico Integrado, Fernando Humberto Mesquita, frisou que, a nível do Cuanza-Norte, estão inscritos 1.300 apurados para serem beneficiados com microcréditos relacionados com o PREI, indicando que  a entrega dos valores será feita em cinco fases distintas, embora não tenha avançado uma data precisa para o término da primeira fase.

O financiamento é concedido por um período de um ano, com um de carência e juros de três por cento, com os beneficiários a serem advertidos para reembolsarem o dinheiro ao Estado nos prazos previstos, sob pena de serem intimados judicialmente caso não o fizerem. 

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