Política

UNITA reitera necessidade da institucionalização das autarquias

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, reafirmou, sábado, no município do Cazenga, em Luanda, a necessidade da institucionalização das autarquias locais em todo o país, tendo em vista à melhoria da vida da população.

23/06/2024  Última atualização 07H45
Adalberto Costa Júnior por ocasião do aniversário da LIMA © Fotografia por: Edições Novembro

O político, que falava durante o acto central das comemorações do 52º aniversário da fundação da Liga da Mulher Angolana (LIMA), disse que a implementação das autarquias contribuirá para uma participação mais activa do cidadão nas decisões locais.

"Muitos problemas que ainda persistem nas comunidades terão soluções mais rápidas e assertivas com a institucionalização do poder autárquico”, salientou.

Por seu turno, a presidente da LIMA, Helena Bonguela, apelou às mulheres afectas à organização a colaborarem no Censo Geral da População e Habitação 2024, que começa a 19 de Julho, no país.

O acto central das comemorações do 52º aniversário da fundação da Liga da Mulher Angolana foi antecedido de uma marcha que percorreu algumas artérias do município do Cazenga, onde foram entoados cânticos a pedir a institucionalização das autarquias em todos os municípios do país.

Fundada a 18 de Junho de 1972, a LIMA é a organização feminina da UNITA, dedicada à promoção dos direitos das mulheres e ao fortalecimento da família em Angola.

A LIMA actua em diversas áreas, incluindo educação, saúde, igualdade de género e empoderamento feminino.

No quadro das celebrações do 52º aniversário, a LIMA promoveu uma série de actividades em todo o país, com destaque para a mobilização e sensibilização dos cidadãos para o Recenseamento Geral da População e da Habitação a decorrer no próximo mês.

Recentemente, a presidente da LIMA, Helena Bonguela, anunciou para o mês de Setembro, a realização do V congresso ordinário que vai eleger a próxima líder do braço feminino da UNITA.

Sobre o congresso, a dirigente disse que o processo de eleição da nova presidente no V congresso da LIMA, vai ser composto por um conjunto de decisões, regras e procedimentos, fundada no regulamento eleitoral da LIMA bem como nos estatutos do partido e na lei, que concorrem para uma escolha livre, justa, democrática e transparente da presidente Nacional da Lima.

O V congresso da Organização feminina do maior partido na oposição vai decorrer sob o lema "2024 ano da mobilização nacional para as autarquias”.

Na altura, garantiu que a organização vai trabalhar no aumento da capacidade para assegurar maior número de participação da mulher na sociedade, e analisar em particular, a situação social, política e económica da mulher, que considerou afectada pelos altos índices de pobreza, miséria e exclusão.

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