Opinião

Uma marca do Executivo

Editorial

As infra-estruturas, erguidas um pouco por todo o país, algumas já completamente executadas, outras em fase satisfatória de andamento, são e começam a tornar-se, cada vez mais, uma marca indelével do Executivo.

14/05/2022  Última atualização 07H40

Fala-se o que se fala, critica-se o que se critica, é verdade, tudo é compreensível à luz do jogo político, mas obviamente que quando confrontados com as necessidades  ingentes das populações, evidentemente, essas críticas não são aceitáveis. Não podemos aceitar que haja, da parte de determinados sectores da sociedade, sobretudo de entes ligados à oposição, que defendem uma espécie de "paralisia governativa”, com algumas vozes identificadas com alguma franja mais radical a alegar que o "Presidente devia cessar as suas funções” em ano eleitoral.

Em vez de afinarem as suas máquinas partidárias, mobilizarem os seus cabos eleitorais e colocarem em acção toda a capacidade para arregimentar a tendência de voto para si, os sectores da oposição e alguns que insistem em apregoar que se não está a fazer nada, deviam repensar parte das suas argumentações e posicionamentos.

Não se pretende, com essas exposições, "infantilizar” a oposição ou sectores com ela identificados, que preferem permanentemente minimizar e desvalorizar as realizações do Executivo, mas apenas lembrar que as boas coisas devem ser enaltecidas e valorizadas.

Há mais de trinta anos, em plena campanha político-eleitoral das primeiras eleições de 29 e 30 de Setembro de 1992, um conhecido líder da oposição, na cidade do Lubango, pouco depois de ter elogiado a forma condigna como tinha sido recebido no aeroporto pelo então governador, tinha proferido as seguintes palavras: "as coisas boas quando feitas pelo MPLA, temos de pontuar, para termos moral para falar sobre as coisas más”.

Hoje e passados mais de quatro pleitos eleitorais, dificilmente se ouve líderes da oposição a enaltecer as realizações feitas pelo Executivo sustentado pelo MPLA, quebrando assim um importante precedente deixado pelo referido político, líder fundador da UNITA, cujos seguidores alegam defender e continuar com os seus ensinamentos. Entre estes devia, evidentemente, constar a coragem política  e  a honestidade para falar sobre o que se faz em nome do desenvolvimento e bem-estar das populações, realidade que daria lugar à moralidade e frontalidade para abordar o que está mal.

Em todo o caso, o que anima a governação do Presidente João Lourenço é a determinação, a coragem e a certeza de que com o trabalho, decisões políticas oportunamente tomadas e o contributo de todos os angolanos, ali onde se encontrem a laborar, o país avança e vai avançar.

Os erros são para serem corrigidos, como têm estado a sê-los, e quem entende que melhor sabe fazer deve, com alguma honestidade antes de falar sobre o que está mal, reconhecer o esforço e as coisas realizadas. Que, como vemos um pouco por todo o país, não são poucas e que a cada dia que passa vamos nos convencendo de que as infra-estruturas, erguidas um pouco por todo o país, são já uma marca indelével do Executivo.  

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