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Uíge regista falta de combustível

A cidade do Uíge regista escassez de combustível há duas semanas, uma situação que está a criar embaraços aos automobilistas, motociclistas e utentes de geradores de energia eléctrica.

22/09/2021  Última atualização 10H55
A maior parte das bombas de combustível está fechada © Fotografia por: Dombele Bernardo | Edições Novembro
Em todos os postos de abastecimento de combustível regista-se escassez e longas filas de viaturas, motorizadas e pessoas com bidões em busca de combustível, sobretudo gasolina. 
Outros procuram por alternativas para obter o produto através de revendedores nos bairros periféricos, onde os preços subiram. O litro de gasolina que antes era vendido a 200 kwanzas subiu para 350. 

Devido à insuficiência de gasolina, o preço do táxi nas ruas da cidade do Uíge passou de 150 para 250 ou 300 kwanzas, de acordo com a distância a percorrer. "Nós dependemos do táxi e a falta de combustível dificulta a nossa actividade. A família sofre e muita coisa fica parada”, disse o taxista Paxe Afonso Domingos. 

Bunga Sebastião, funcionário público, disse que a falta de combustível numa província é uma situação preocupante, visto que o seu impacto é negativo no seio da população e das instituições públicas e privadas. "Temos agora um exemplo concreto, em apenas duas semanas o preço do táxi subiu. No casco urbano da cidade do Uíge o preço do táxi varia entre 100, 150 e 200 kwanzas, dependendo da distância", disse. 

Fontes ligadas à Sonangol disseram que a escassez de combustível nas bombas tem a ver com uma ruptura de stock, situação que pode se agravar nos próximos dias. Entretanto, O Jornal de Angola não teve sucesso quando procurou abordar os responsáveis locais da petrolífera nacional. 

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