Sociedade

Tribunal condenou falso comerciante e enfermeiro

Edvaldo Lemos | Bengo

Jornalista

Um cidadão de nacionalidade chinesa, de 57 anos de idade, foi condenado, quarta-feira, pelo Tribunal da Comarca do Dande, a uma pena de um ano e seis meses de prisão efectiva, pelo crime de exploração ilícita de jogos.

16/01/2022  Última atualização 08H15
© Fotografia por: DR
No decorrer da audiência de julgamento, o arguido, detido em flagrante delito pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), através do seu Departamento de Crimes Económicos e Contra a Saúde Pública, manifestou total desconhecimento das leis vigentes no país sobre a actividade que exercia ilegalmente. O réu foi ainda condenado a pagar uma taxa de justiça no valor de 56 mil kwanzas e sete mil kwanzas para o defensor oficioso.

Segundo uma fonte do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa (GCII) da Delegação Provincial do Interior do Bengo, os valores monetários, encontrados no interior das máquinas de jogos, foram revertidos a favor do Estado. O juiz da causa mandou emitir o mandado de condução do réu para  o estabelecimento prisional de Caboxa.

Num outro julgamento, um cidadão nacional, de 26 anos de idade, que se fazia passar por enfermeiro no Hospital Geral do Bengo, foi condenado a uma pena de oito meses de prisão efectiva. Na audiência, o réu confessou que realizava actos ilícitos no Banco de Urgência, onde trabalhava como secretário clínico, na área de registo e triagem de pacientes.

O Juiz da causa, Angelino Katenda, condenou o réu, a oito meses de prisão efectiva, pelo crime de exercício ilegal de profissão, previsto e punível nos termos do artigo 210.º, do Código Penal.O réu foi ainda condenado a pagar uma taxa de justiça no valor de 50 mil kwanzas e sete mil para o defensor oficioso.

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