Cultura

Top dos Mais Queridos deste ano garante diversidade e qualidade

Manuel Albano

Jornalista

A organização do Top dos Mais Queridos informou ter tudo a postos para a realização de um espectáculo especial, repleto de diversidade e qualidade, esta sexta-feira, às 21h00, no Centro de Conferência de Belas, em Luanda, com as devidas medidas de restrições, devido à pandemia.

04/10/2021  Última atualização 09H00
Músicos estão a trabalhar afincadamente nos ensaios com a banda para corresponderem às expectativas dos ouvintes © Fotografia por: Rafael Tati | Edições Novembro
Nesta edição, disputam o título do melhor do concurso da Rádio Nacional de Angola (RNA), os músicos Kito No-gueira, do Cuanza -Norte, com o tema "Tá Amarrado”, Lock Brow, do Bengo, com "Nzambi Yami”, Dala da Silva, do Uíge, com "Viemos de Longe”, Os Picantes, do Huambo, com "Crise no Lar”,  Wamy da Silva, do Zaire, com "Desejo Mortal”, Tiviné, de Benguela, com "Wfeko Wmue”, Father Black, da Lunda Norte, com "Hangana nhi yami”.

Além destes constam ainda na disputa, os músicos Flash Mukoma, do Cuanza-Sul, com o tema "Meu Colo”, Bruno Lakass, do Namibe, com "Eu te amo Jesus”, Mon Mina Capitão, do Cuando Cubango, com "Kiambote”, First Line Music, do Cunene, com "Blessing”, Osvaldo Nicolau, de Malanje, com "Anel de Rosa”, Rei da Costa, da Lunda-Sul, com "Ngoma”, Tuity’s da Cofex, da Huíla, com "Tipo Mona Ngamba”, Paulo Flores e Yuri da Cunha, de Luanda, com "Njila ia Dikanza”, Gloria Tito, a única voz feminina, vinda do Moxico, com "Primeira Dama”, Henrique Sozinho, de Cabinda, com "Minu Ndjeyu”, e Zebra, do Bié, com "Otchissola”.
O vencedor desta edição recebe o prémio de dois milhões de kwanzas, enquanto o segundo ganha um milhão e o terceiro 800 mil kwanzas.


O tema

Com o tema "Praça”, esta edição vai retratar a dinâmica dos espaços abertos para a circulação de pessoas e bens, assim como a exposição, comercialização e palco de produtos culturais.

O coordenador do concurso, Sebastião Lino, disse que o sistema de votação desta edição está aberto até quarta-feira e pode ser feito por meio de mensagens (sms), telefonemas, cupons e pelas redes sociais. Devido à pandemia, este ano, contou, vai ter um número reduzido de espectadores. "Porém, estão criadas as condições para que o concurso seja transmitido, em directo, pela RNA, TPA e nas plataformas digitais”, afirmou.

O júri do "Prémio da Crítica”, avaliado em um milhão e 500 mil kwanzas, é presidido, este ano, por indicação da RNA, pelo músico Eduardo Paim, e conta ainda com o jornalista da RNA Moisés Luís e o promotor de espectáculos Yuri Simão.

O "Prémio da Crítica”, uma distinção atribuída a uma canção que pela qualidade é passível de premia-ção. O acto serve para exigir aos artistas mais trabalho e criatividade musical. A distinção é atribuída a uma música que, mesmo sem popularidade, seja reconhecida pela qualidade da harmonia, melodia, arranjos, interpretação e letra, por um júri.

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