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Tony Blair considera o radicalismo islâmico ameaça

O antigo Primeiro-Ministro britânico Tony Blair afirmou, ontem, que o radicalismo islâmico ainda é uma “ameaça de primeira ordem” e pediu aos líderes mundiais que desenvolvam uma estratégia comum para lidar com a ameaça.

07/09/2021  Última atualização 09H20
© Fotografia por: DR
"Na minha opinião, o islamismo, tanto ideológico como violento, é um risco de segurança de primeira ordem e, sem controlo chegará até nós, mesmo se está longe de nós, como ficou demonstrado pelo 11 de Setembro de 2001”, vincou.

O antigo chefe do  Governo Trabalhista (1997-2007) falava por ocasião do 20º aniversário dos ataques de 11 de Setembro em Nova Iorque sobre o perigo dos extremistas no Royal United Services Institute (RUSI) de Londres, um "think tank” dedicado à defesa e segurança.

Blair disse que o radicalismo islâmico, com uma ideologia de "transformar a religião em doutrina política, apoiada se necessário pela luta armada, inevitavelmente levou ao conflito com sociedades abertas, modernas e culturalmente tolerantes”.
O ataque planeado pela organização ’ Al-Qaeda, há 20 anos, contra as Torres Gémeas do World Trade Center e o Pentágono matou quase 3.000 pessoas.

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