Opinião

Situação na Guiné-Bissau

Tenho acompanhado a situação política na Guiné-Bissau, um país irmão de Angola. Sou angolano e desejo que haja definitivamente estabilidade na Guiné-Bissau, depois de vários anos de perturbações de ordem política e social, que até em alguns casos resultaram em mortes.

10/05/2019  Última atualização 07H24

Os países africanos devem enveredar pelo desenvolvimento, pelo que os seus dirigentes devem ter capacidade para superar as suas divergências. Tenho uma grande admiração pelo povo da Guiné-Bissau, que lutou heroicamente contra o colonialismo português e teve um grande dirigente - Amílcar Cabral, homem visionário e intelectual de elevada craveira.
Desejo que os políticos da Guiné -Bissau ultrapassem rapidamente as suas contradições e coloquem o seu país na rota do crescimento económico, para que os guineenses possam viver dignamente. Em tempo de crise, os políticos devem fazer a seguinte pergunta: o que é que devemos fazer para contribuirmos para que as pessoas vivam num ambiente em que haja harmonia? Os políticos devem preocupar-se sempre com a vida das pessoas. Sem estabilidade, não é possível construirmos países prósperos.
Afonso Panzo | Talatona

Poluição sonora
Gostava de apelar às autoridades competentes para impedir que haja poluição sonora no meu bairro.
Há moradores que perturbam o descanso dos seus vizinhos elevando o volume do som das suas aparelhagens, como se estivessem num campo de futebol com centenas de pessoas.
Deve-se impedir, por exemplo que em horas de descanso andem pessoas a desrespeitar direitos de outrem.
Quem, por vaidade, quer mostrar que tem uma aparelhagem de som que ocupe um espaço longe das habitações e que fique lá a dançar, deixando em paz cidadãos que trabalham diariamente e que querem ter um merecido descanso ao fim-de-semana.
Que se leve a cabo uma campanha de sensibilização no sentido de se alertar as pessoas para os perigos da poluição sonora para a saúde.
Alice João | Bairro Sagrada Esperança


Desempenho escolar
Já se sabe que a falta de qualidade do ensino no país é um dos nossos grandes problemas. Importa que se faça alguma coisa de grande alcance para que todos os níveis do nosso ensino atinjam a excelência. Não podemos continuar a ter universidades que só produzem diplomas para serem distribuídos a jovens sem sólidos conhecimentos, porque tiveram maus professores ou maus programas curriculares.
Fico por vezes com a impressão de que certas instituições de ensino superior querem despachar os jovens estudantes, na perspectiva de obterem cada vez mais dinheiro, por via da admissão de novos estudantes. A sociedade precisa de saber o que está sendo feito para aumentar a qualidade do nosso ensino. Fico triste quando me apercebo que empresas angolanas de grande dimensão precisam ainda demuitos consultores estrangeiros, depois de 43 anos de independência.
Muitas dessas empresas formaram quadros no estrangeiro, havendo casos destes terem concluído os seus cursos nas mesmas escolas dos consultores estrangeiros que vêm a Angola.
Marlene António | Maianga

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