Política

Sindicato defende isenção na cobertura de candidatos

Domingos Mucuta | Lubango

Jornalista

Os profissionais dos órgãos de comunicação social públicos e privados devem aprimorar cada vez mais a isenção e imparcialidade na cobertura dos partidos políticos e candidatos nas campanhas, promovidas no quadro das eleições gerais marcadas para Agosto próximo.

16/06/2022  Última atualização 11H40
© Fotografia por: DR

O secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), Teixeira Cândido, que defendeu, quinta-feira(15), o facto à margem do workshop provincial sobre Jornalismo Online e Cobertura Eleitoral, acrescentou que a classe não pode ser responsabilizada pela vitória ou derrota dum determinado partido ou candidato.

Segundo o dirigente sindical, as simpatias ou amizades são neste momento irrelevantes, visto que cada jornalista deve fazer apenas o seu trabalho, que tem a ver com a recolha e tratamento condigno dos factos noticiosos. "A media não pode ser motivo de debate à medida que se trabalha com a isenção e imparcialidade”, observou.

Considerou que pondo em prática a ética e deontologia profissionais, os jornalistas podem cobrir as campanhas com maior rigor e dedicação para a construção de reportagens que informem e mantenham os telespectadores, ouvintes e leitores dos vários jornais cada vez mais actualizados.

Os participantes analisaram durante os dois dias de formação temas que se prendem com o Código de Ética e Deontologia Profissional, Sistema Eleitoral, Transformação de Votos em Mandatos, Qualidade Jornalística. A acção formativa, promovida pelo Sindicato dos Jornalistas Angolanos, conta o apoio da Embaixada dos Estados Unidos da América.

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