Sociedade

Serviço de Telemedicina funciona em 43 hospitais do país

Xavier António

Jornalista

Pelo menos, 43 sites de Telemedicina foram, até à data, implementados nos hospitais das províncias de Luanda, Huambo, Lunda-Sul, Moxico, Uíge e Huíla, através dos serviços disponibilizados pelo Angosat-2, segundo dados da Infrasat a que o Jornal de Angola teve acesso.

18/06/2024  Última atualização 09H40
© Fotografia por: DR

Em Luanda, o serviço de telemedicina funciona nos hospitais Américo Boavida, David Bernadino, JosinaMachel, Prenda, Catete, Quiçama e na Maternidade Lucrécia Paim.

Na Lunda-Sul, o serviço está disponível nas unidades de Saúde de Dala, Cacolo, Muconda, Hospital Geral da Lunda-Sul e na Maternidade Provincial. No Huambo, está nos hospitais Central, da Caála, do Bailundo, do Mungo, de Longonjo, do Ekunha, da Tchicala Tcholohanga, do Londuimbale, do Ucuma, do Catchiungo e do Chinjenje. Já no Moxico, beneficiam do serviço de telelemedicina o Hospital Provincial, dos Bundas, de Camanongue, do Léua, do Luacano, do Luau, do Luchazes, Hospital Municipal do Lumege e do Alto Zambeze.

Na província do Uíge, está disponível nos hospitais Geral, da Catepa, do Negage, de Sanza Pombo, de Maquela do Zombo e do Quimbele. Na Huíla funciona no Hospital Central do Lubango, da Jamba, da Caconda e na Maternidade da Huíla.

De acordo com a mesma fonte, o projecto Telemedicina visa proporcionar assistência médica de qualidade a todos os angolanos, independentemente da sua localização geográfica. "É importante compreender que a Telemedicina não depende exclusivamente da Internet, mas sim de um conjunto de infra-estruturas que permitem a troca de informações médicas entre profissionais de saúde e pacientes”.

Entre as principais potencialidades da Telemedicina destaca-se a possibilidade de acesso à saúde para populações em áreas remotas, tratamento e cuidados ao paciente, sem obrigatoriedade de deslocações, atendimento e qualidade de serviços, com equidade e universalidade.

De acordo com a Infrasat, a utilização deste serviço tecnológico no sector da Saúde, independentemente da localização geográfica dos pacientes, permite maior conforto no processo de diagnóstico e tratamento, tornando-o mais ágil e eficiente, sendo que os locais de difícil acesso têm a oportunidade de entrar em contacto com profissionais especializados.

A Rede Nacional de Telemedicina foi implementada em 2018, no âmbito dos projectos sociais do Angosat-2. O projecto visa o alcance das metas das políticas de saúde traçadas no Programa de Desenvolvimento Nacional (PDN) para a melhoria da qualidade dos serviços de saúde.

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