Política

Satélite vai alavancar o sector do Petróleo e Gás

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, considerou, quarta-feira(23), que o satélite Angosat2, em órbita, vai alavancar o sector do Petróleo e Gás em Angola, no que respeita as telecomunicações.

24/11/2022  Última atualização 08H40
© Fotografia por: Contreiras Pipa| Edições Novembro

Intervindo na Conferência sobre Tecnologias e Inovação, organizada pela Mercury Serviços de Telecomunicações (MSTelcom), Mário Oliveira disse que é possível fornecer ao sector petrolífero, e não só, sistemas que permitem determinar derrames de petróleo, entre outros serviços.

O ministro sublinhou que com o Angosat2 e o sistema de observação da terra, o Executivo está em condições de fornecer ao sector petrolífero, aquilo que considera necessidades do mercado petrolífero e não só.

"O Angosat2 é um investimento grande que o país desenvolveu. É uma componente do Programa Nacional Espacial que inclui o sistema de observação em terra”, lembrou.

Fibra Óptica

O ministro explicou que, além do Angosat2, o Governo deu início ao projecto de expansão da fibra óptica, que virá a ser uma peça "muito importante” para o ecossistema da exploração petrolífera.

Mário Oliveira deu a conhecer que Angola aderiu ao cabo "2 África”, um dos maiores em construção de fibra óptica, e nos últimos 20 a 25 anos, o Governo tem investido de forma cíclica nas redes básicas de telecomunicações, quer por via satélite, quer por microondas ou em fibra óptica.

No quadro desses investimentos, o país conta com um conjunto de três cabos de fibra óptica internacionais que atracam em Angola, entre os quais o SACS, o único que liga África com a América do Sul.

Outro projecto apontado como sendo de importância capital para beneficiar o sector petrolífero é o de desenvolvimento de aplicações espaciais.

 Aposta na juventude

O ministro destacou a importância de se continuar a dar oportunidade à juventude para continuarem a estudar e a formar-se, pois, "de nada adianta termos satélites, se não tivermos jovens capazes de poder manejar toda a tecnologia em volta do desenvolvimento do ecossistema tecnológico”.

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