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Ruas alagadas e trânsito infernal ontem na capital

Luanda registou fortes chuvas na quinta-feira e ontem, deixando estradas, ruas e residências, sobretudo nas zonas suburbanas, completamente submersas.

11/01/2020  Última atualização 11H17
Edições Novembro © Fotografia por: Circulação rodoviária dificultada pela lama e águas paradas

Os bairros sem urbanização e os moradores das zonas em risco foram os principais prejudicados.
As principais avenidas de Luanda registaram ontem grandes engarrafamentos, devido às águas das chuvas interromperem a circulação de viaturas em ruas terciárias. Em algumas ruas ficaram com um maior número de buracos e a lama transportada pelas enxurradas dicultou ainda mais o já caótico trânsito automóvel.
O ministério do Interior informou, na quinta-feira, que as primeiras chuvas do mês de Janeiro fizeram 41 mortes e afectaram 2.498 famílias. No total, 11.990 pessoas sentiram os efeitos nefastos das enxurradas.
No país, 378 residências ficaram destruídas, 1.145 parcialmente danificadas, 975 inundadas, 12 igrejas desfeitas e quatro pontes desabaram. As chuvas estão, igualmente, a criar ravinas nas províncias da Lunda-Norte, Lunda-Sul, Uíge, Zaire, Moxico, Cuando Cubango, Malanje e Bié.
O ministro do Interior, Eugénio Laborinho, considerou fundamental adoptar planos para evitar novos riscos e garantir uma gestão de crise de emergência eficaz, inclusiva e participativa, assim como desenvolver acções para melhorar as infra-estruturas destruídas.

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