Economia

Rotas turísticas asseguram vitalidade do sector

Joaquim Suami

Jornalista

O presidente da Associação dos Guias do Turismo e Servidores Artísticos (AGTSA), Carlos Bumba, defendeu, esta terça-feira, em Luanda, que o Governo deve estabelecer estratégias para a descoberta de mais rotas turísticas no país. Em declarações ao Jornal de Angola, por ocasião do Dia Mundial Do Turismo, disse que não se faz turismo sem as rotas turísticas.

28/09/2022  Última atualização 10H04
Carlos Bumba Presidente da AGTSA © Fotografia por: DR

"A melhor forma de operacionalizar o turismo é por via das rotas. As rotas que Angola tem, neste momento, são controladas, sugeridas e criadas pela nossa associação. As outras rotas turísticas, trabalhamos com o Governo”, disse.

 

Conhecimento

Destacou que, neste momen-to, em Angola, as rotas turís-ticas mais conhecidas são a de Mbanza Congo, que é o único património mundial da Unesco que  Angola possui, Luanda/Cabo Ledo, Luanda/Cacuaco, o triângulo turístico Luanda/Lu-bango/Namibe, Lobito/Ca- tumbela/Baia Azul, Luanda/Mu-xima/Cabo Ledo e Dondo/Ki-bala/Waco Cungo.

Acrescentou que existe, igualmente, a rota turística "Viver Huila”, do Museu, Grafite, em Luanda, que abrange a rua Rainha Ginga, dos mercadores, rio Seco, e que termina no mural dos cantores angolanos, na Ilha, onde estão pintados os 27 músicos já falecidos.

Luanda conta, igualmente, com as rotas do café, Luanda, que passa pelo Instituto do Café (antigo bairro do café), hoje, actual rua Lenine.

"As rotas turísticas no país existem e são exequíveis. Com essas rotas, os guias estão a dinamizá-las”, disse.  

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