Economia

Reservas de sal estimadas em mais de 40 mil toneladas

As reservas de sal em armazéns de cinco dos maiores produtores nacionais totalizam 42.414 toneladas, segundo dados do Ministério da Economia e Planeamento.

15/06/2020  Última atualização 16H02
Edições Novembro © Fotografia por: Um total de cinco salineiras de Benguela, das 20 controladas, lideram a oferta nacional

Localizadas todas na província de Benguela, as Salinas Calombolo, com uma capacidade produtiva de 120 toneladas/ano e 41.694 toneladas em armazém lidera o quadro dos principais produtores. Já a Chamume, com 15 mil toneladas de capacidade produtiva e 250 toneladas em armazém vem a seguir.

De acordo com uma comunicação do Ministério da Economia e Planeamento, em Benguela estão ainda as salinas Macaca. APS e a Alexandre's House, que têm uma capacidade produtiva anual de cinco mil, três mil e quinhentas e três mil toneladas cada. Em armazém, cada uma das empresas conserva, 120, 170 e 180 toneladas.

Segundo dados recentes, o país tem mais de 20 salinas em funcionamento, distribuídas pelas províncias de Benguela, a liderar com sete unidades, e Namibe, com seis. Há ainda outras operacionais em Luanda, Zaire, Bengo, Cuanza-Sul e Cabinda.


Na estratégia do Governo, inscrita no PDN 2018-2022, a produção nacional de sal deve registar um crescimento médio de 148 mil toneladas/ano. A necessidade é de 250 toneladas/ano e a oferta de 60 por cento. A importação de sal absorveu, em 2019, perto de 16 milhões de euros. Os países que mais exportam para Angola são Portugal, Índia, Namíbia, Paquistão e Egipto.

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