Economia

Reformas permitem aumento da produção de petróleo

Hélder Jeremias

Jornalista

O aumento dos índices de produção de petróleo, nos últimos 15 dias, para uma média de um milhão e 200 mil barris por dia, contra os anteriores cerca de um milhão e 100 mil barris, constitui um indicador dos resultados das reformas implementadas pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás.

19/06/2024  Última atualização 10H25
© Fotografia por: DR

A observação foi feita, ontem, em Luanda, pelo presidente do Conselho de Administração da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), Paulino Jerónimo, na cerimónia de assinatura dos contratos de serviços com risco nos blocos 49 e 50, na Bacia do Baixo Congo, numa parceria entre a Chevron (80%) e a Sonangol (20%) de participação. Os protocolos foram rubricados por Paulino Jerónimo, o director-geral da Unidade de Negócios Estratégicos para a África Austral da Chevron, Billy Lacobie, o presidente da Comissão Executiva da Sonangol Pesquisa e Produção, Ricardo Vandeste e a vogal da petrolífera nacional, Isabel Policarpo, na presença do ministro dos Recursos Minerais, Petróleos e Gás, Diamantino Azevedo.

Paulino Jerónimo frisou que os resultados obtidos reflectem a orientação do Ministério de tutela com foco na actividade nuclear da ANPG, em colaboração com os parceiros, razão pela qual, nos últimos 15 dias, tem-se estado a produzir acima de um milhão e 200 mil barris, "um resultado que nos anima e representa um sinal de que estamos no caminho certo e é por aí onde temos de continuar a trilhar”.

O ministro Diamantino Azevedo desafiou a Sonangol e a Chevron a concluirem a etapa de exploração e assim chegarem à fase de produção com marcas adicionais.

"O sector Petrolífero mundial tem enfrentado desafios relacionados com as crises de ordem económica e política com impacto no preço do barril de petróleo. Apesar deste conjunto de factores que transcendem o nosso controlo, mantemos a nossa determinação em garantir as condições políticas e legais para oferecer um bom ambiente de negócios, saudável e sustentável em Angola”, garantiu.

O director-geral da Unidade de Negócios Estratégicos para a África Austral da Chevron considerou a assinatura do acordo um marco importante, numa altura em que a Chevron completa 70 anos de excelência operacional em Angola. Billy Lacobie reiterou o empenho em continuar a ajudar a fornecer energia fiável, acessível e cada vez mais limpa para o benefício dos cidadãos.

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