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Reaberta ligação rodoviária entre Chivaulo e Mungo

José Chaves/Andulo

O troço que liga a comuna de Chivaulo, no município do Andulo, província do Bié, à região do Mungo, no Huambo, foi aberto, quinta-feira(19), ao tráfego de viaturas, com a reposição da ponte sobre o Rio Cutato, que custou aos cofres públicos perto de 120 milhões de kwanzas.

20/05/2022  Última atualização 10H35
© Fotografia por: DR

Inserida nos projectos do Plano Integrado de Intervenção dos Municípios (PIIM), a ponte beneficia, sobretudo, as trocas comerciais e o escoamento de produtos agrícolas para os grandes centros urbanos do país.

Destruída há mais de 46 anos durante o conflito armado, a reconstrução da ponte, com 60 metros de comprimento, quatro de largura e capacidade para suportar 65 toneladas, vem dinamizar a vida das populações da região da zona de Chivaulo, Andulo e Nharea, que durante décadas tiveram de recorrer a vários expedientes para colocar a produção agrícola nos principais mercados do país.

O director nacional do Instituto de Estradas de Angola (INEA), Henrique Victorino, considerou que a reabertura da ponte repõe a circulação entre regiões estratégicas do país no capítulo da agricultura e do agro-negócio, designadamente, as do Bié, Huambo, Malanje e Cuanza-Sul.

Lembrou tratar-se de territórios com um conjunto de fazendas que colaboram na distribuição de produtos da "cesta básica”.

O governador do Bié, Pereira Alfredo, entende que o retorno regular da circulação no troço Andulo-Mungo, pela ponte sobre o Rio Cutato, "além de devolver a vida sem grandes transtornos às populações das províncias do Bié, Huambo e Malanje, demonstra o compromisso do Governo em proporcionar melhorias nas vidas das populações.

Com a recuperação da via, disse, a população local deixa de percorrer, desnecessariamente, centenas de quilómetros e passam a estar mais próximos dos principais centros comerciais.

Pereira Alfredo exortou a população de Chivaulo a preservar a ponte e denunciar eventuais actos de vandalismo de bens públicos, que "já se tornaram frequente em muitas regiões da província do Bié”.

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