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Rainha NJinga Mbandi morreu há 357 anos

Completam-se hoje 357 anos da morte da soberana do Reino do Ndongo, Rainha Njinga Mbandi, que se evidenciou não só como governante, mas também como diplomata, quer nos contactos com os portugueses quer com os holandeses.

17/12/2020  Última atualização 14H15
© Fotografia por: DR
De acordo com um nota da Liga Nacional Africana,  a Rainha Njinga Mbandi, iniciou a sua trajectória quando o seu irmão Ngola Mbandi a convidou para ser embaixadora do reino na luta pela autonomia e independência do Ndongo.
Destaca que Njinga Mbandi foi um exemplo e um símbolo do empoderamento da mulher angolana.  A 10 de Dezembro de 1863 é decretado a abolição formal da escravatura em território português. Embora  formal, o acto abolicionista foi de grande relevância para a futura liberdade dos povos escravizados.
A nota esclarece que a 10 de Dezembro de 1948 foi proclamada a Declaração Universal  dos Direitos Humanos, documento fundamental para a defesa e preservação da dignidade  do homem  e da figura, no concerto das nações e na liberdade dos povos.

 A Liga Nacional Africana, sublinha o documento, defensora da liberdade dos povos e das nações, da igualdade do género  e do empoderamento da mulher, saúda estas datas e manifesta-se solidária e apoiante de todos os povos e pessoas oprimidas.  

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