Política

Quintino Moreira promete acabar com a fome e a seca no Namibe

João Luhaco | Moçâmedes

Jornalista

O presidente da Aliança Patriótica Nacional ( APN), Quintino Moreira, garantiu, ontem, em Moçâmedes, Namibe, que, se ganhar as eleições, vai inverter o quadro crítico da província, que no seu entender, se resume à fome, seca e ao desemprego.

07/08/2022  Última atualização 06H15
Líder da APN, Quintino Moreira, quer construir uma sociedade para empregar os jovens e implementar políticas de combate à seca na região Sul do país © Fotografia por: Edições Novembro

Falando para centenas de jovens, durante o acto de massas  realizado no pátio da sede do secretariado do partido, baseado no bairro Forte Santa Rita, em Moçâmedes, disse  que a organização partidária vai criar políticas consistentes com vista a criação de mais emprego para a população da província do Namibe e de Angola, em geral.

"Nós vamos resolver o problema da seca, de que esta província padece. Vamos resolver o problema da fome com a criação de emprego, sendo que, para tal, vamos trabalhar para que o número do pessoal a empregar seja quintuplicado para que possamos colmatar a pobreza que existe”, disse.

O político considerou que em qualquer sociedade, a juventude é o garante do futuro, e, por isso, disse, esta franja não pode, depois da sua formação básica, média ou superior ficar estagnada e com falta de emprego. "É preciso que o governo crie condições para que haja emprego", aflorou. Quando falamos de emprego,   não pode ser apenas para alguns. Um governo da Aliança Patriótica Nacional vai trabalhar para que haja igualdade de direitos”, sublinhou o político.

Quintino Morreira argumentou ser necessário dar prioridade ao empresariado angolano, por isso, caso vença as eleições, a APN vai trabalhar arduamente neste sentido, por forma "a mudar as coisas no país".  "Não vamos admitir que seja perpétuo o facto de estrangeiros virem ao nosso país, e terem maiores facilidades de criarem empresas de pesca e, num horizonte temporal curto, têm licenças para explorar o nosso mar, enquanto dezenas de angolanos, que têm desejo de empregar angolanos, não lhes é concedida a autorização de pesca”, frisou.

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