Economia

Quénia explora Agricultura e Turismo na região do Zaire

A República do Quénia está interessada nos sectores agrícola, turismo e indústria transformadora, para contribuir nos esforços do Executivo virados para a diversificação económica, avançou esta segunda-feira, em Mbanza Kongo, o primeiro conselheiro da Embaixada daquele país em Angola, Andrew Muivane.

11/05/2022  Última atualização 09H30
Conselheiro da Embaixada do Quénia em Angola está no Zaire © Fotografia por: fernando neto |edições novembro

O diplomata, que efectuou uma visita de trabalho de 48 horas à província, disse, depois de um encontro que manteve com a vice-governadora para o Sector Técnico e Infra-estruturas, Ângela Diogo, que a Embaixada do Quénia vai atrair investidores para Angola, essencialmente para o Zaire, no âmbito do incremento das relações bilaterais.

Andrew Muivane informou que a sua deslocação ao Zaire teve como fim, além de apresentar as potencialidades do Quénia nas áreas de educação, tecnologia, serviços de telecomunicações, indústria, agricultura e turismo, explorar e conhecer o que a província pode oferecer, para uma cooperação mais profunda.

"O Quénia tem uma economia extremamente diversificada e, fico feliz em ver que Angola está a seguir o mesmo caminho, ao desenvolver o sector agrícola e gostaria também que o turismo, a pecuária e o agro-processamento merecessem a devida atenção no processo de diversificação da economia deste país”, notou.

No capítulo de hidrocarbonetos, o conselheiro da Embaixada do Quénia referiu que, no quadro das relações bilaterais, contam com o apoio de Angola para exploração de algumas jazidas de petróleo recentemente descobertas no seu país.

"Aproveito parabenizar o Presidente João Lourenço pela sua iniciativa de fazer com que Angola e suas potencialidades sejam mais conhecidas a nível mundial e gostaria que mais acordos fossem formalizados entre os dois países, pelo que, esperamos que haja encontros entre os Presidentes dos dois países, para despertar o interesse dos cidadãos em conhecerem e investirem em ambos os países”, mencionou.

Fernando Neto | Mbanza Kongo

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