Política

Proposto Subsídio Especial de Risco para os trabalhadores da saúde

Edna Dala

Jornalista

O Executivo vai implementar o Subsídio Especial de Risco para os trabalhadores do sector da Saúde, que estiveram sempre na linha da frente no combate à pandemia e o de isolamento para beneficiar os funcionários a serem colocados nas zonas recônditas.

27/11/2021  Última atualização 08H30
Secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social © Fotografia por: DR
De acordo com o secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social, o Subsídio Especial de Risco já foi aprovado e começa a ser implementado a partir de Dezembro ou em Janeiro próximo.

Pedro Filipe, que falava no encontro com o ministro de Estado para a Coordenação Económica e os órgãos da Administração do Estado e Poder Local, na Assembleia Nacional, destacou que, além do salário, os jovens vão beneficiar do subsídio adicional de Isolamento pelo facto de estarem destacados nestas zonas.

Durante a apreciação, discussão e votação da Proposta do Orçamento Geral do Estado 2022, o secretário de Estado explicou que o Subsídio de Isolamento visa incentivar os jovens a trabalharem fora de Luanda e queiram ganhar um pouco mais para que possam ter condições diferenciadas.

Por seu turno, o ministro de Estado para a Coordenação Económica avançou que o Executivo prevê um crescimento global de 2.4 por cento para 2022. Para o sector agrícola projecta-se um crescimento de 4.6 por cento.

Manuel Nunes Júnior indicou que as projecções apontam para um crescimento de dois por cento da indústria transformadora, cinco do sector energético e 6.8 por cento dos serviços mercantis.

Falando sobre as finanças públicas e o crescimento económico, sublinhou: "Verificamos que é importante um modelo de crescimento assente, fundamentalmente, no sector não petrolífero”.

Apontou o desafio como a nova tendência para o país e com isso criar as bases para diminuir os níveis de desemprego e aumentar o rendimento dos cidadãos. "Com o aumento dos rendimentos dos cidadãos, estaremos a contribuir para o bem-estar e felicidade de todos os angolanos”, disse.

CNE                                                             
A ministra das Finanças, Vera Daves, anunciou, ontem, que está previsto um orçamento para a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) avaliado em 302 mil milhões de kwanzas. Do total, indicou, 270 mil milhões são para a realização de eleições e a diferença é para despesas com o pessoal.

Confrontada sobre a reposição dos subsídios da Função Pública, em particular dos professores do Ensino Geral e Superior, Vera Daves explicou que está a ser analisado caso por caso pelos departamentos ministeriais e também por causa das verbas, assegurando que estão criadas as condições de assistência para o sul do país.

Do ponto de vista não estrutural, reiterou, estão previstas verbas para um conjunto de unidades orçamentais e órgãos da Administração Local do Estado e é nesse âmbito que cada ministério, governos provinciais e administrações municipais vão prestar o apoio.

Acautelada emissão do BI para os próximos três meses


O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos assegurou que estão acauteladas as condições para a continuidade do processo de emissão do Bilhete de Identidade para os próximos três meses.

Segundo o secretário de Estado da Justiça, Orlando Fernandes, durante o encontro com os ministros da equipa económica e os órgãos do Poder Local, admitiu ter havido constrangimentos que se verificaram nos últimos meses, mas tudo está ultrapassado.

Disse que se encontrou, com urgência, uma segunda opção para encomendar um milhão de cartões brancos e os seus componentes.

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