Sociedade

Problemática de destruição é ainda pouco debatida

Manuela Gomes

Jornalista

Assinala-se hoje, o Dia Internacional da Camada de Ozono, numa altura em que, em Angola, o problema em volta da sua destruição é, infelizmente, pouco debatido pela sociedade, embora as autoridades, estudantes de Ciências da Natureza e ambientalistas desenvolvam várias acções no sentido da sua preservação.

16/09/2021  Última atualização 10H25
© Fotografia por: DR
O Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente é, relativamente, activo nessa matéria, realizando acções de consciencialização da sociedade sobre a questão. Uma dessas áreas é a de refrigeração e utilização de aparelhos de ar condicionado, muito negligenciada entre nós.

Os comerciantes de fluidos refrigerantes que empobrecem a camada de ozono e efeito estufa devem, a cada três meses, apresentar à Direcção Nacional de Tecnologias e Normação Ambiental o registo de gestão do seu stock. Dados do Ministério revelam que a falta de cadastro dos importadores, usuários e comerciantes tem dificultado o censo de registo no país, que é apresentado, anualmente, ao Secretariado do Ozono do Programa das Nações Unidas para o Ambiente e Fundo Multilateral do Protocolo de Montreal.

Em Dezembro de 1994, através da sua resolução 49/114, a Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou o dia 16 de Setembro para a celebração do Dia Mundial do Ozono. A data assinala a assinatura, em 1987, do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Prejudicam a Camada de Ozono.

O objectivo da data é alertar para a destruição da camada de ozono, um escudo gasoso frágil que protege o globo das radiações solares, preservando, assim, a vida na Terra.

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