Política

Primeiras-Damas lançam apelo ao desenvolvimento

Geraldo Quiala

Jornalista

O Grupo das Primeiras-Damas das Repúblicas da União Africana manifestou, este sábado, a necessidade do desenvolvimento do continente, durante um encontro, no Centro de Conferências de Sipopo, em Malabo, capital da Guiné Equatorial.

29/05/2022  Última atualização 08H50
O Grupo das Primeiras-Damas das Repúblicas da União Africana manifestou, ontem, a necessidade do desenvolvimento do continente, durante um encontro, no Centro de Conferências de Sipopo, em Malabo, capital da Guiné Equatorial. © Fotografia por: Dombele Bernardo| Edições Novembro | Malabo

A propósito, Ana Dias Lourenço, Primeira-Dama da República de Angola, disse aos jornalistas que a presença constituiu uma oportunidade de conexão com a actividade organizada pela União Africana, que desenvolve, desde 2017, acções com mulheres de líderes do continente.

Segundo Ana Dias Lourenço, com a criação de uma rede de mulheres de líderes, que enaltece o papel das Primeiras-Damas, enquanto ressaltam a capacidade de estar mais próximas do estadista de cada país, visa ajudar a promover a mulher e a resolver os problemas básicos do desenvolvimento, existentes, sobretudo, na Agricultura.

Destacou que há problemas com a juventude e com as crianças que devem ser resolvidos: "Convidaram-nos para participar deste painel de alto nível, fundamentalmente para nos mobilizarmos, porque as senhoras da União Africana repetiram várias vezes o papel que elas pensam que as Primeiras-Damas devem desenvolver nos seus países”.

Referiu que, na troca de informações e experiências, foi, fundamentalmente, abordado o lançamento de desenvolvimento dessas mulheres líderes, na perspectiva de que o continente precisa ajudar a resolver os problemas.

"Durante o encontro, houve a troca de informações, mobilização e sensibilização das Primeiras- Damas para participarem nas redes dos seus países e também houve a mobilização de todas mulheres líderes, e não só”, realçou Ana Dias Lourenço, apelando que a sociedade civil, sector privado e outras organizações devem envolver-se no trabalho de forma coordenada e solidária para os problemas do continente.

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