Coronavírus

Presidente cubano critica “permanente” instigação

O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, criticou, perante a Assembleia Geral da ONU, a “permanente” instigação dos Estados Unidos, bem como as medidas de coerção económica que Washington impõe a outros países.

25/09/2021  Última atualização 05H00
Presidente cubano Miguel Díaz-Canel discursou na ONU © Fotografia por: DR
Numa intervenção por videoconferência, durante o debate da 76 ª sessão da Assembleia Geral, Díaz-Canel criticou os Estados Unidos por utilizarem as sanções económicas como instrumento central da sua política externa para ameaçar e pressionar outros países.

"O Governo desse país ameaça, extorquia e pressiona Estados soberanos para que se manifestem e ajam contra aqueles que identifica como adversários”, acusou o Chefe de Estado cubano.


Díaz-Canal denunciou a esse respeito o embargo económico imposto há seis décadas a Havana, que se agravou no último ano e meio devido à pandemia de Covid-19, considerando "insuficiente” a cooperação internacional face à actual crise sanitária e criticou a distribuição de vacinas a nível internacional.


No entanto, destacou o trabalho da comunidade científica cubana que, "no meio de enormes deficiências, criou três vacinas (e duas outras candidatas) contra a Covid-19”.

Díaz-Canel reiterou também a solidariedade de Cuba com os governos da Venezuela, Nicarágua e outros aliados internacionais.

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