Sociedade

Postos de empregos na Cidade da China em Viana foram conservados

Helma Reis

Jornalista

Os mais de quatro mil postos de trabalho criados na Cidade da China, no município de Viana, em Luanda, continuam conservados pelos respectivos empregadores, apesar das dificuldades registadas e causadas pela pandemia, assegurou a sociedade gestora do espaço comercial.

17/07/2021  Última atualização 07H10
© Fotografia por: DR
Numa nota enviada ao Jornal de Angola, a empresa Hua Dragão justifica que, apesar da pandemia, houve um esforço das instituições empresariais que operam na Cidade da China para a manutenção dos empregos.

O documento realça que essa situação foi, igualmente, salvaguardada pelo facto de a actividade empresarial na Cidade da China manter-se relativamente estável, graças ao apoio do Executivo angolano e dos meios de comunicação.

 Contactada por este jornal, a secretária de direcção da Sociedade Gestora da Cidade da China, Xiang Haiying, aproveitou a ocasião para anunciar a mudança dos membros da administração, tendo afirmado que se prepara a formação da nova gestão.

Xiang Haiying realçou que o actual presidente da Administração da Sociedade Gestora da Cidade da China, Jaack Huang Yuequan, não mais será reeleito. "Está reservada a liderança de uma equipa que pretende continuar a investir em Angola, especialmente na área de manufacturação”.

Com mais de 300 lojas pertencentes a comerciantes angolanos, chineses, norte-americanos, portugueses, turcos, libaneses, indianos, entre outros, a Cidade da China teve um grande desenvolvimento, nos últimos três anos, formando um dos maiores centros comerciais do país.

A Cidade da China tem vários segmentos de negócios que vão desde artigos de uso diário, mobiliários, têxteis domésticos, electrodomésticos, electrónicos, materiais de decoração, de construção e agrícolas, peças para automóveis, alimentos e bancos comerciais.

Em Agosto do ano passado, a direcção do centro comercial anunciou, em conferência de imprensa, perdas avaliadas em mais de mil milhões de kwanzas, durante quatro dias de paralisação, depois de dois casos positivos de Covid-19, registados em lojas ali instaladas.

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