Política

Portugal reafirma apoio às reformas em Angola

Portugal pretende continuar a contribuir para o desenvolvimento sustentável de Angola, apoiando as reformas em curso, tendo em vista a diversificação económica, fortalecimento do sector financeiro, a estabilização cambial e o reajustamento macroeconómico, garantiu o embaixador de Portugal em Angola, Pedro Pessoa e Costa.

15/06/2020  Última atualização 02H22
Mota Ambrósio | Edições Novembro © Fotografia por: Diplomata português destaca marca “Made in Angola”

Em declarações ao Jornal de Angola, ao avaliar as relações comerciais entre Portugal e Angola, Pedro Pessoa e Costa considerou as empresas portuguesas como parceiros ideais na promoção e aumento da marca “Made in Angola”, contribuindo no aumento sustentável das exportações angolanas, em linha com o potencial produtivo do país.

No plano comercial, acrescentou, nota-se que o relacionamento bilateral continua a ser muito profícuo para ambos, apesar das dificuldades conjunturais, caminhando-se no sentido de um maior equilíbrio entre Portugal e Angola, em matéria de trocas comerciais.

"Vamos continuar disponíveis em investir mais na capacidade produtiva de Angola, por termos um passado e língua comuns, uma interligação económica forte e ampla rede de laços afectivos de amizade entre os dois povos”, garantiu o representante de Portugal, acreditado no princípio deste mês. Segundo o diplomata, desde a sua chegada a Luanda, rapidamente simpatizou com o projecto “Made in Angola”, nas suas várias vertentes, sobretudo, do que se actua e produz.

Ainda sobre o mundo empresarial, Pedro Pessoa e Costa destacou a resposta solidária de muitos empresários e empresas portuguesas presentes no mercado nacional, numa altura de pandemia, sinal da amizade e parceria que se tem reforçado com a sociedade angolana.

“Nestes tempos difíceis de pandemia, a nível bilateral ou multilateral, como sucede no âmbito da União Europeia, reiteramos a importância de apoio multidimensional ao continente africano nos esforços de luta contra a pandemia, com destaque aos países africanos de Língua Portuguesa” sublinhou.

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