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Polícia pretende ter mais de dois milhões de efectivos

Justino Victorino / Huambo

Jornalista

A Polícia Nacional pretende ter, até 2025, dois milhões e 220 mil efectivos, anunciou terça-feira (14), no Huambo, o comandante-geral.

15/12/2021  Última atualização 13H45
Encerramento do 19º curso Básico da Polícia de Ordem Pública marcado com patenteamento
Paulo de Almeida, que falava no acto de encerramento do 19º Curso Básico de Polícia de Ordem Pública, sublinhou que o processo de ingresso de efectivos licenciados ou disponibilizados das Forças Armadas Angolanas (FAA) vai continuar,  para dar resposta  às exigências actuais no domínio  da segurança pública. Paulo de Almeida frisou que, presentemente, Angola tem um polícia para mais de mil  habitantes, estando, por isso, muito longe das necessidades em termos de efectivos. "O policial  não se pode compadecer com actos de indisciplina, nem com atitudes que contrariam os princípios legais da Constituição” alertou Paulo de Almeida.

No Centro de Formação das Forças Armadas Angolanas "Heróis de Camgamba”, localizado no município da Chicala Cholohanga, onde foram formados 649 agentes em vários ramos da actividade, o comandante-geral frisou que "a carreira policial é nobre e exigente”, e quem a abraça deve ter em conta os valores de patriotismo e espírito de missão.

 " Volto a chamar atenção,  uma vez mais,  que ser policial é assumir um compromisso permanente com o Estado e com cidadãos", referiu.

A Polícia Nacional, reforçou, não quer hostilidades, arrogância e prepotência durante o exercício da actividade, pelo que, a primeira abordagem deve ser  de sensibilizar, educar, corrigir e alertar. "Este é o verdadeiro papel do polícia. Por isso devem sair daqui convictos de que a missão é delicada, mas nobre”, disse.

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