Economia

“PetroTalks” reúne mulheres da indústria petrolífera

Hélder Jeremias

Jornalista

O embaixador dos Estados Unido da América acreditado em Angola, Tulinabo S. Mushingi, reiterou, em Luanda, a aposta do tecido empresarial norte-americano trabalhar no fortalecimento das relações comerciais com vantagens recíprocas no quadro da linha de financiamento de 200 mil milhões de dólares.

06/08/2022  Última atualização 07H50
Embaixador dos Estados Unidos, Tulinabo Mushingi © Fotografia por: Santos Pedro | Edições Novembro
O diplomata, falava, quinta-feira, na cerimónia de comemoração do 5º aniversário da Câmara de Comércio Americana em Angola (AmCham-Angola), assinalado dia 4 do mês em curso, tendo sublinhado a importância das reformas económicas e sociais implementadas pelo Executivo entre as premissas do fortalecimento das relações entre os Estados Unidos da América e Angola

Tulinabo S Mushingi  frisou que a vinda de empresas novas para o mercado angolano será feita de forma progressiva, numa altura em que seis companhias que operam no mercado angolano manifestaram o seu interesse em incrementar a carteira de negócios, como é o caso da  SUN AFRICA, que inaugurou recentemente a primeira fase dos projecto fotovoltaicos no Biópio em Benguela, orçados em cerca de 600 milhões de dólares.

De acordo com o embaixador, as empresas norte-americanas terão sempre como princípios das relações comerciais a transferência de conhecimento, tecnologia e primazia para o conteúdo local, ou seja, um investimento voltado para a potencialização dos cidadãos angolanos com vista ao alcance do desenvolvimento económico de ambos povos de Angola e da América.

A competitividade com empresas provenientes de outros países, de acordo com Tulinabo S Mushingi, é encarada como um elemento salutar para o mercado, uma vez que caberá aos cidadãos angolanos aferir a melhor qualidade de serviços prestados e decidirem a melhor opção para os seus interesses económicos.

"A transferência de tecnologia assume um papel relevante para o desenvolvimento de qualquer sociedade, de modo que a vinda das empresas norte-americanas será decisiva para que Angola alcance níveis elevados de desenvolvimento. Ficamos satisfeitos por ver reformas muito interessantes e que fazem com que hoje eu tenha uma lista de importantes empresas interessadas em entrar no mercado. No final de alguns anos, os angolanos vão poder decidir a sua preferência, mas estou certo que a escolha será para as empresas americanas”, disse.

Comentários

Seja o primeiro a comentar esta notícia!

Comente

Faça login para introduzir o seu comentário.

Login

Economia