Decorre, neste momento, em Luanda, a VI Reunião Ordinária da Comissão Interministerial de Implementação do PIIM, presidida pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, Coordenador da Comissão, José Massano.
O multilateralismo é a melhor opção para dar resposta aos diversos e complexos desafios do actual contexto da política internacional dos Estados e das instituições, defendeu, ontem, em Luanda, o ministro das Relações Exteriores, Téte António.
A participação de Angola na 78ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que decorreu em Nova Iorque, foi positiva.
O momento aconteceu no gabinete do diplomata português que encabeça a ONU, no edifício sede, em Nova Iorque, e constou de uma fotografia para a posteridade e da assinatura, por parte de João Lourenço, do livro de honra.
O Chefe de Estado chegou à cidade de Nova Iorque no sábado passado, depois de uma missão oficial em Havana, Cuba. Em território norte-americano - entre outras actividades (como diligências diplomáticas e reuniões diversas) - sobressai o discurso proferido, quarta-feira, na plenária da 78ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas.
João Lourenço, antes do regresso ontem a Luanda, também manteve encontros, em Nova Iorque, com a directora da Siemens para África, Isabel Tomás, com quem abordou a cooperação, além de outras audiências, nomeadamente com Tony Blair, antigo Primeiro-Ministro britânico, com os homólogos do Quénia, William Ruto, da Nigéria, Bola Tinubu, e da Letónia, Edgar Rinkevics.
O estadista também recebeu o Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, a administradora da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), Samantha Power, os CEO da Corporação Financeira para a Internacionalização dos Estados Unidos da América, Scott Nathan, com quem falou da transacção Ferroviária Atlântica do Corredor do Lobito, bem como o do Rio Tinto, Jacob Stausholm.
Reunião preparatória da Cimeira do Futuro
O ministro das Relações Exteriores, Téte António, participou na manhã de ontem, em Nova Iorque, Estados Unidos da América, na reunião ministerial preparatória da Cimeira do Futuro.
O chefe da diplomacia angolana considerou importante a Cimeira do Futuro, por ser "uma ocasião crucial” para demonstrar o compromisso colectivo com um sistema multilateral revitalizado e reforçado que possa enfrentar os desafios, sem precedentes, que ameaçam a Humanidade.
Téte António adiantou que Angola vai estar envolvida neste evento nos processos de negociações de forma construtiva, esperando contribuir para um novo consenso global para o futuro que se quer e se precisa.
Durante a intervenção, na Assembleia-Geral da ONU, o ministro das Relações Exteriores afirmou que o Planeta enfrenta ameaças existenciais decorrentes do impacto humano na terra, no mar e no ar, nos sistemas ecológicos e nas formas de vida.
O governante referiu que, além disso, a pandemia da Covid-19, a crescente injustiça social e as guerras desafiaram as instituições internacionais e renovaram os apelos a um sistema multilateral recentemente fortalecido, que possa fornecer uma resposta rápida e eficaz aos desafios comuns.
Em 2020, os Estados-membros sublinharam a necessidade de reforçar a cooperação internacional, para o bem das nações e dos povos, a fim de garantir o futuro que se pretende e as Nações Unidas de que se necessita.
Os Estados-membros e grupo de países são de opinião que o conteúdo do Pacto do Futuro deve ser decidido através de negociações intergovernamentais abertas, transparentes e inclusivas. A Cimeira do Futuro é um fórum a realizar-se no próximo ano, onde os Chefes de Estado e de Governo deverão negociar o Pacto do Futuro.
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