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Papa Francisco adverte para surtos de ódio

O Papa Francisco advertiu, ontem, para os surtos de ódio e antissemitismo que estão a surgir na Europa e noutros locais.

13/09/2021  Última atualização 10H51
© Fotografia por: DR
Durante o encontro com líderes cristãos e judeus no primeiro acto da visita a Budapeste, o Papa pediu aos representantes das religiões para se unirem para darem o exemplo, para que ninguém "possa dizer que as palavras de divisão vêm das bocas dos homens de Deus, mas apenas mensagens de abertura e paz".

"Num mundo dilacerado por demasiados conflitos, este é o melhor testemunho que aqueles que receberam a graça de conhecer o Deus da aliança e da paz podem oferecer", acrescentou.

O Papa Francisco, que chegou ontem  de manhã a Budapeste para participar no encerramento deste congresso religioso internacional, encontrou-se já com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, e com o Presidente do país, Janos Ader, durante 40 minutos à porta fechada.

A reunião durou mais do que o previsto, já que se esperava uma discussão de meia hora, com a participação do secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, e do "ministro dos Negócios Estrangeiros" do Vaticano, Richard Gallagher.

O Vaticano afirmou num comunicado que entre os tópicos discutidos estavam "o papel da Igreja no país, o compromisso de salvaguardar o ambiente, a defesa e a promoção da família".

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