Política

Países da Língua Portuguesa reforçam protecção

Mazarino da Cunha

Jornalista

O representante da Organização de Proibição das Armas Químicas (OPAQ), Babatunde Olowookere, defendeu sexta-feira(1), em Luanda, a necessidade de reforçar a capacidade de protecção às populações civis contra ataques com armas químicas.

02/07/2022  Última atualização 08H15
Os 24 formandos são oriundos de cinco países os instrutores angolanos e brasileiros © Fotografia por: M. Machangongo | Edições Novembro

Ao intervir no encerramento do I Curso Básico de Resposta de Emergência a Incidentes Químicos para Estados de Língua Portuguesa, disse que os estados devem criar as condições humanas, técnicas e tecnológicas para que, em caso de ataque, a população fique salvaguardada de produtos tóxicos.

De acordo com o responsável da OPAQ, o curso foi concebido para ajudar os Estados-membros a reforçar as capacidades de protecção das populações civis contra ataques com armas químicas e outros incidentes envolvendo a libertação de produtos químicos tóxicos.

Babatunde Olowookere disse que a conclusão, com sucesso, do Curso Básico em Emergência a Incidentes Químicos vai colocar à disposição socorristas em questões de Emergência a Incidentes Químicos para Estados de Língua Portuguesa.

O secretário de Estado para a Defesa Nacional, almirante José Lima, disse que Angola vai continuar a apoiar a OPAQ na implementação efectiva da convenção, contando com a experiência dos Estados-membros para a materialização das obrigações do país.

José Lima referiu que é desejo de Angola fortalecer importantes parcerias com os Estados-membros, de modo a continuar a capacitação de quadros em matéria de interesse da Convenção.

Os 24  formandos de cinco países de Língua Portuguesa, com instrutores angolanos e brasileiros, incidiram o estudo nos conceitos fundamentais de protecção, propiciando uma visão geral sobre detenção, monitoramento, amostragem e tipos de assistência a ser prestada no âmbito da OPAQ.

 

 

 

 

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