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Pais e encarregados de educação aplaudem baixa de preços

Víctor Pedro|Sumbe

Pais e encarregados de educação na cidade do Sumbe, província do Cuanza-Sul, elogiaram os preços praticados na comercialização de manuais de diferentes disciplinas da iniciação ao ensino secundário, no Mercado da Feira.

07/09/2022  Última atualização 08H55
Material escolar está a ser adquirido a preços acessíveis © Fotografia por: Victor Pedro | Edições Novembro

Bernardo Joaquim, funcionário público, mostrou-se satisfeito e defendeu que os organismos fiscalizadores reforcem as acções para que os preços se mantenham. "O preço do material escolar deve ser vigiado pela fiscalização, para que não haja especulação".

Conceição Cristina entende que, apesar dos preços dos principais materiais didácticos, como cadernos, lapiseiras, lápis de cor, de carvão e estojos estarem à preços acessíveis, devem baixar para facilitar as famílias com maior agregado familiar.

Pediu ao Governo da província do Cuanza-Sul, através do Gabinete Provincial da Educação, para, no ano lectivo 2022/2023, garantir que as crianças que frequentam as instituições escolares do ensino primário tenham direito a livros gratuitos.

"É preciso que o Executivo, através do Ministério da Educação, adopte políticas públicas, que assegurem ao ensino primário o acesso aos livros, bem como garantir a oferta de outros materiais que garantam o processo de ensino e aprendizagem”.

De referir que uma caixa de 60 cadernos está a ser comercializada a 10.500 kwanzas, enquanto uma embalagem de dez, seis e cinco cadernos cada era vendida entre mil a dois mil kwanzas, ao passo que as embalagens de lápis de cor, lápis de carvão e de borracha custam 300 kwanzas cada.

As batas escolares estavam a ser comercializadas de 1.500 a 3.500 kwanzas, um estojo a 600 kwanzas e uma embalagem de lapiseira a mil/dois mil kwanzas.

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