Economia

País acentua adopção de fontes renováveis

Victorino Joaquim

Jornalista

Angola reduz a emissão de gases de efeito estufa em 50 mil toneladas por ano e poupa cerca de 190 milhões de dólares em combustíveis fósseis, com a construção de uma central solar fotovoltaica com capacidade para produzir 50 megawatts, no Caraculu, município da Bibala, Namibe.

19/11/2021  Última atualização 10H35
© Fotografia por: DR
A poupança dos 190 milhões de dólares ocorre ao longo de 23 anos, o tempo útil da central fotovoltaica, estando ligada à substituição do consumo de 18 mil metros cúbicos de gasóleo por ano, pelo de energia solar, de acordo com informações obtidas no acto de assinatura do acordo, ontem, em Luanda, pela Sonangol, a ENDE e a RNT para a construção do projecto.
O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, que avançou estes dados, disse que a execução do projecto tem um custo previsto de 42 milhões de dólares, e que, depois de arrancar, em Dezembro, a empreitada fica concluída no quarto trimestre de 2022, comportando uma área de produção e uma subestação para fornecimentos iniciais ao Namibe e Huíla.

No projecto, a Sonangol encarrega-se de produzir e transformar a energia, enquanto a Rede Nacional de Transporte de energia (RNT) e a Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) desempenham as funções de transporte e distribuição.

O acordo foi assinado pelos administradores da RNT e ENDE Clara Sanches e João Furtado, bem como pelo presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Gaspar Martins, num acto em que participaram os ministros Diamantino Azevedo, bem como da Energia e Águas, João Baptista Borges.

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