Sociedade

Operadora mundial de redes e satélites oferece bolsas

Estudantes angolanos do Ensino Médio, com idades entre os 14 e 18 anos, podem candidatar-se a uma das 30 bolsas de estudo oferecidas pela Intelsat, uma das principais operadora mundiais de redes terrestres e de satélite integrado do mundo e provedora líder de conectividade a bordo (IFC).

14/11/2022  Última atualização 07H05
Adolescentes angolanos podem concorrer © Fotografia por: DR
A ideia é preencher o seu programa Space STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática). As candidaturas terminam a 31 de Dezembro de 2022 e os interessados devem ter entre 14 e 18 anos, viver no continente africano, demonstrar paixão e conhecimento pela ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), ter um interesse claro em todas as coisas relacionadas ao "Espaço”, possuir acesso à Internet através de um dispositivo com capacidade de navegação, habilidades de navegador e ser proficiente em inglês.

Para se inscrever, os candidatos devem preencher um formulário on-line e um questionário relacionado ao espaço e enviar uma breve explicação do motivo pelo qual devem ser selecionados para este programa exclusivo.

O programa de ofertas de bolsas tem o apoio da MaxIQ Space, que escolhe estudantes do ensino médio de toda a África para um programa intensivo, onde os alunos projectam, constroem e lançam satélites no espaço para missões específicas.

Segundo os organizadores, trata-se de uma oportunidade única é totalmente virtual, com cada aluno a receber um kit STEM e participar de oficinas virtuais ministradas por especialistas em educação espacial. Cada seminário inclui aulas, actividades práticas, trabalhos e experiências.

  PLATAFORMA FTX
Ciberataque faz desaparecer 473 milhões  de dólares em criptoactivos numa noite

A plataforma de criptomoedas FTX, que se declarou em bancarrota, anunciou, no sábado, que detectou uma série de transações não autorizadas que, segundo peritos, podem ser fruto de ciberataque e terão desaparecido 400 milhões de dólares em criptoativos.

Segundo vários media, um responsável da plataforma assegurou no canal privado da empresa no Telegram que a FTX foi vítima de uma operação de pirataria e pediu aos utilizadores que não utilizarem o seu 'website' e para apagarem aplicações relacionadas.

"Ainda sem confirmação, há indicações iniciais de que 473 milhões de dólares em criptoativos foram roubados da FTX durante a noite", disse numa nota a empresa de análise de criptomoedas Elliptic.

Ryne Miller, assessor jurídico da FTX nos Estados Unidos, afirmou na rede social Twitter que a empresa está a investigar o ocorrido e que, como precaução para mitigar possíveis danos, acelerou a transferência de todos os activos digitais para carteiras que não estão conectadas em rede.

Na sexta-feira, a FTX anunciou que pediu falência nos Estados Unidos e que o seu fundador e presidente executivo, Sam Bankman-Fried, se demitiu. A decisão confirma o colapso total desta plataforma, uma das mais importantes do setor, chegando a estar avaliada em 32.000 milhões de dólares.

Nos últimos dias, as dúvidas sobre a solvência da companhia aumentaram por várias informações, o que levou muitos utilizadores a retirarem o seu dinheiro, deixando a FTX sem liquidez e procurando um resgate.

A situação complicou-se ainda mais na quarta-feira, quando a Binance, a principal plataforma de criptomoedas, anunciou que retirava a oferta de compra que tinha feito um dia antes, quando tinha apresentado uma proposta para apoiar a sua rival.

Entretanto surgiram numerosos detalhes sobre o funcionamento da plataforma, incluindo alegações de a FTX ter usado milhões de dólares depositados por clientes para financiar investimentos de risco através da sua empresa Alameda Research.

  APÓS QUEIXAS DE UTILIZADORES
Vem aí uma solução de notificações no WhatsApp

Se é um ávido utilizador do WhatsApp, provavelmente já teve dias em que o seu telemóvel não parou de tocar de manhã à noite, inundado com notificações oriundas dos vários grupos em que se encontra. A própria aplicação já deu conta dessa realidade e encontra-se, neste momento, a desenvolver uma 'solução' para esta questão, que ganhou novo relevo quando o WhatsApp decidiu aumentar o número máximo de participantes num grupo de 256 para 1.024.

Para já, a solução encontrada passa por silenciar as notificações, mas vem aí uma resposta mais eficiente: uma vez que um determinado grupo atinja os 256 membros, as notificações vão ser de imediato bloqueadas para os utilizadores. Mesmo que entre num grupo que já ultrapassou este número de integrantes, o bloqueio automático das notificações mantém-se, sendo, no entanto, possível ao utilizador reactivá-las manualmente, caso queira.Para já, esta opção encontra-se apenas disponível em versões de teste da app, não estando ainda definida a data em que ficará disponível para o público em geral.

  EQUIPA DE RESPOSTA
África Austral foca na defesa aos ciberataques

Os avanços da internet no continente africano revolucionaram o modo de vida da população, pois trouxeram facilidades na troca de informações e na forma como se relacionam com o mundo. Entretanto, o espaço é também utilizado para usurpação de identidades e todo o tipo de fraudes.Por isso, os Estados-membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) decidiram constituir equipas de respostas a incidentes informáticos, que serão responsáveis pela criação das capacidades necessárias e promoção de uma cultura nacional de cybersegurança, bem como sensibilização sobre os riscos e consequências dos ciberataques. Desde Janeiro, Angola registou mais de 50 ataques cibernéticos, segundo o director de Segurança da Informação da CyberSecur.

Alberto Afonso, que falava, ontem, na II edição do "CyberSecur Summit 2022”, um evento sobre Investigação Corporativa e Segurança Cibernética,

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