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O último ardina sobrevivente de Caxito

O último e experiente ardina, o homem que todas às manhãs tem a tarefa de venda pelas diferentes artérias da cidade de Caxito, a capital da província do Bengo, de realizar a venda dos dois títulos informativo da Edições Novembro, o Jornal de Angola e dos Desporto, mantendo informado os habitantes da terra do Jacaré Bangão, apelidado por Laição, esteve em contacto com a reportagem da Gente.

22/09/2022  Última atualização 05H10
© Fotografia por: DR

O veterano ardina, confessou ao repórter da delegação do Jornal de Angola, no Bengo, Divaldo Lemos que acompanhou de perto a morte de todos os seus colegas de actividade. Com um sentimento de nostalgia, Laição lembra que um deles morreu bem na frente de mim, na casa da bebida. "Bebíamos a famosa Água do Chefe (Capuca)”, disse. Confidenciou que na cidade de Caxito, haviam muitos ardinas, que na realidade actual, apenas resta um. Aos 50 anos, Laição lamenta por ser agora, o único sobrevivente nas vendas de jornais, que deambula pelas diferentes artérias.

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