Economia

Número de expositores é superior as previsões

Roque Silva

Jornalista

Mais de 300 expositores de sete províncias marcam presença na primeira 1ª Feira dos Produtos Fabricados em Angola, acima dos 250 previstos pela organização, representando as províncias de Luanda, Benguela, Bié, Cabinda, Cuando Cubango, Cuanza-Sul e Cuanza-Norte.

12/05/2022  Última atualização 07H20
Empresas industriais em peso no certame © Fotografia por: Eduardo Pedro | Edições Novembro

Dados obtidos da organização, indicam que os expositores representam 11 sectores de actividade , nomeadamente a construção, equipamentos, indústria alimentar e transformadora, bebidas, mobiliário, máquinas e motores, turismo, restauração e vestuário.

Os expositores ocupam dois pavilhões instalados no espaço Mopic, localizado no distrito urbano da Vila Sede, um dos quais com mostras de produtos representativos da actividade económica do país, com outro consagrado apenas às áreas da maquinaria, restauração e vestuário.

Ontem, no primeiro dia do certame, registou-se um movimento reflectia os números da  organização, que disse terem estado no recinto aproximadamente cinco mil pessoas, na sua maioria visitantes.

O porta-voz da feira declarou que a expectativa é alta, porquanto há indicadores de que os expositores estabeleçam contactos para futuros negócios.

Inocêncio Quipungo disse que são esperados mais de três mil visitantes por dia, durante os cinco pelos que se realiza a 1ª Feira de Produtos Fabricados em Angola, promovida pelo Pólo de Desenvolvimento Industrial de Viana (PDIV), em parceira com o Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Média Empresas (INAPEM) e a empresa C. Calas Angola.

O secretário de Estado para o Comércio, Amadeu Nunes, disse prever, na abertura do certame, que a transformação estrutural em curso no sector da Indústria, vai resultar num desenvolvimento progressivo mais integrado das cadeias produtivas.

Amadeu Nunes afirmou que as transformações são impulsionadas pelo Plano de Desenvolvimento Industrial de Angola, projectado para fomentar o desenvolvimento da indústria transformadora, de forma competitiva e sustentável.

"Esse plano assenta numa visão de médio e longo prazo para a indústria de Angola, que passa pela transformação estrutural do sector”, acentuou o secretário de Estado do Comércio.

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