Política

Nfuka Muzemba: “Esperança” garante voto certo na paz e no desenvolvimento

O líder do projecto político Esperança garantiu, terça-feira, em Luanda, que vai votar na formação política que garante a paz, estabilidade e desenvolvimento. Nfuka Muzemba posicionou-se, em relação às forças políticas concorrentes às Eleições Gerais, durante o encerramento do seminário ideológico dirigido aos apoiantes do projecto.

17/08/2022  Última atualização 08H43
© Fotografia por: DR

Nfuka Muzemba posicionou-se, em relação às forças políticas concorrentes às Eleições Gerais, durante o encerramento do seminário ideológico dirigido aos apoiantes do projecto.

Ao se dirigir aos presentes, referiu, a propósito, que não participa das eleições como concorrente, porque o projecto político não foi reconhecido pelo Tribunal Constitucional. O político fez saber, aos mais de 400 jovens que beneficiaram de uma acção formativa em matéria de processos ideológicos, que os militantes do futuro partido vão exercer o direito de voto de forma livre e consciente à força política que garanta a paz, a estabilidade e o desenvolvimento.

Nfuka Muzemba lamentou o facto de alguns partidos terem acusado os dirigentes do projecto político "Esperança" de serem satélites do MPLA, citando a UNITA, antiga organização partidária. "Com o Esperança fora das eleições, poderá fazer-nos um pedido de desculpas públicas pelas acusações? questionou o político.

Referiu que o Esperança é o projecto político mais prejudicado da praça política nacional, por não ter sido reconhecido, até ao momento, pelo Tribunal Constitucional, condição que impediu de participar do pleito, embora "os nossos membros vão participar nas eleições como eleitores".

Ao fazer uma apreciação sobre o curso da Eleições Gerais, o político condenou a ideia segundo a qual no dia de voto os eleições devem permanecer nas assembleias. Nesse sentido, apelou a todos os cidadãos para regressarem a casa, após exercerem o direito de voto

O político Nfuka Muzemba garantiu que o projecto vai continuar na cena política angolana com uma agenda denominada "Agenda Esperança-2037". "Esta é uma agenda de médio prazo, de dez anos, que compreende o período 2027-2037, e que vai orientar todas as acções político-partidárias  do nosso Esperança", disse, esclarecendo que a abordagem específica desta agenda será feita num espaço de cidadania denominado "Café com o País", onde serão ouvidos todos os angolanos, num diálogo aberto, participativo e aberto.

Acrescentou que vai preparar o projecto político a fim de participar das eleições gerais de 2027. "Até lá, seremos uma força política extraparlamentar implacável, questionando as acções do governo que sair dessas eleições", frisou, apontando, com a sua acção, os caminhos para a solução dos vários problemas que os angolanos enfrentam".

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