Sociedade

Mulheres bombeiras reforçam o Banco de Leite

Edna Mussalo

Jornalista

Um total de 20 mulheres, afectas ao serviço de Protecção Civil e Bombeiros, reforçaram, ontem, em Luanda, o Banco de Leite Humano (BLH), com uma acção de doação, enquadrada na Semana do Aleitamento Materno.

03/08/2022  Última atualização 07H50
Unidades hospitalares da Huíla precisam de um centro especializado em aleitamento © Fotografia por: Estanislau Costa | Edições Novembro | Huíla

O acto, realizado no BLH, na Maternidade Lucrécia Paim, em Luanda, contou, também, com uma exposição de fotos de mães e bebés beneficiários.

A coordenadora do BLH, Elisa Gaspar, disse que o banco já atendeu mil e quarenta duas mulheres, tendo sido beneficiados um total de mil e quarenta e cinco bebés.

O Banco de Leite Humano, da Maternidade Lucrécia Paim, passou a contar com a colaboração das mulheres bombeiras, durante a pandemia da Covid-19, quando houve uma redução do número de dadoras.

"Toda vez que realizamos este processo há um prévio trabalho de formação sobre os procedimentos de colheita, armazenamento e conservação do leite humano”, adiantou, acrescentando que, no passado, alguns integrantes da corporação receberam uma formação especial sobre aleitamento no Brasil.

A selecção das dadoras, explicou, pode começar no pré-natal, quando as gestantes acorrem à Maternidade Lucrécia Paim. "Geralmente são feitas análises para ver se o leite doado é seguro. O BLH não recebe doações de mães com moléstias infecto-contagiosas, usuárias de drogas ou em tratamento de quimioterapia, radioterapia, ou mesmo em desnutrição”, disse, além de explicar que toda a mulher pode dirigir-se à Maternidade e receber orientações sobre a condição de uma dadora.

 

 

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