Política

MPLA promove coabitação saudável no reforço da reconciliação nacional

A participação dos cidadãos na discussão de temas de interesse colectivo e de impacto directo sobre a vida dos angolanos é cada vez mais oportuna para uma coabitação saudável no quadro do reforço da reconciliação nacional e dos valores e princípios de irmandade, afirmou, quinta-feira (18), a vice-presidente do MPLA, Luísa Damião.

19/11/2021  Última atualização 01H36
© Fotografia por: DR

Discursando no encontro de recepção de opiniões da sociedade angolana – Termómetro, em Benguela, disse que, com o advento da governação mais aberta e participativa, se assiste uma ampliação positiva na observância das liberdades fundamentais, como a liberdade de expressão, de reunião e manifestação, num verdadeiro ascendente ao exercício da cidadania.

Sublinhou o facto do evento privilegiar o diálogo aberto, a escuta activa de opiniões de vários sectores da sociedade, sobre temas de interesse nacional da vida política, económica e sócio-cultural. Destacou que as sociedades sempre tiveram líderes e fazedores de opinião, cuja acção, atitude e comportamento verbalizado ou não contribuem para a estabilidade sócio-política.

Luísa Damião frisou que o partido está ciente de que o exercício democrático se faz na diversidade de opiniões, na inclusão e consideração de todas as vozes da sociedade, pelo que tem vindo a realizar no quadro das festividades do aniversário da JMPLA "Encontros de Recepção de opiniões da Sociedade, denominado Termómetro”.

Lembrou que o Presidente João Lourenço defende, cada vez mais, a ampliação dos mecanismos de diálogo participativo, aberto, crítico e construtivo, de modo a absorver as contribuições de todas as franjas da sociedade com vista ao reforço da unidade e coesão, da tolerância e reconciliação nacional, atendendo aos desafios do desenvolvimento e do bem-estar das populações.

Nesta edição, abordou-se "o papel dos fazedores de opinião na estabilidade política e social”, com a prelecção do sociólogo Cláudio Hebo e do advogado Bali Chionga, num debate em que a vice-presidente do MPLA destacou a liderança partidária e convidou todos a contribuir, comprometendo-se cada vez mais com a paz, estabilidade social e o desenvolvimento do País.

"Os fazedores de opinião são entidades paradigmáticas, actores, cuja influência sobre seus públicos podem condicionar a práxis diária, condicionam maneiras de ver, de ser e de estar dos cidadãos perante a sociedade e o mundo em geral”, disse, comparando-os aos políticos, até aqueles que actuem na interacção real quotidiana, nos mídias tradicionais, na Internet, nas redes sociais ou não.

Para Luísa Damião, têm, à semelhança dos políticos, as mesmas cautelas e responsabilidades na forma e no conteúdo da sua práxis comunicativa. Por isso, descreveu o MPLA como um partido que prima pela concórdia e busca a todo custo a estabilidade sócio-política, daí o apelo aos "homens e mulheres de bem a trabalharem sempre para a contínua harmonia social”.

Chamou os que se consideram ou se reconhecem qualidade de fazedores de opinião a continuarem a promover causas nobres e nacionais: "Precisamos, por exemplo, disseminar a informação do Estado angolano sobre a necessidade de sensibilização das populações para acorrerem ao registo oficioso”.

A vice-presidente do MPLA reiterou o desejo de ver os cidadãos maiores de 18 anos a dirigir-se aos Balcões Únicos de Atendimento ao Público para tratarem do cartão de munícipe e, como disse, o registo oficioso para que possam estar habilitados a exercer o direito de voto em 2022.

Recordou a necessidade da manutenção das medidas de biossegurança de prevenção e combate à Covid-19, augurando por diálogo saudável e construtivo, nas ideias, para apontar caminhos de reforço da forma de ser, estar e de fazer enquanto angolanos, para coexistência cada vez mais pacífica, estável, harmoniosa, promotora da tolerância na linguagem verbal e não verbal.

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