Política

MPLA intensifica mobilização e aposta no reforço de projectos de impacto social

Maximiano Filipe | Benguela

Jornalista

O segundo secretário provincial do MPLA, António Capewa Kaliaguila, afirmou, esta terça-feira, que a população de Benguela está mobilizada para receber o presidente do MPLA, que é esperado, hoje, para orientar um acto político de massas.

17/08/2022  Última atualização 07H44
Cidade de Benguela está “vestida” de vermelho, amarelo e preto para apoiar o candidato do MPLA nas Eleições Gerais © Fotografia por: DR

O político assegurou que "o povo tem acompanhado com especial atenção a mensagem que o candidato João Lourenço está a deixar por todas as províncias, onde se destaca o anúncio da continuidade de projectos de carácter social.

A campanha de mobilização para acolher o líder dos camaradas, fez saber, foi bem sucedida, sendo que militantes, amigos e simpatizantes não vêem a hora de  prestar carinho a João Lourenço, a quem consideram um candidato certo para consolidar as políticas de desenvolvimento do país.

As acções porta a porta junto da população corresponderam às expectativas, o que satisfaz os órgãos de base do partido, uma vez que as estruturas partidárias, além da confiança no líder, vão demonstrar a força que têm na província. O Comité Provincial de Benguela conta com milhares de apoiantes no acto de massas a decorrer, amanhã, no Estádio Nacional de Ombaka.

António Capewa Kaliaguila sublinhou que cada cidadão tem vindo a facilitar as acções de sensibilização, previamente executadas para garantir o apoio ao MPLA e ao seu candidato. Neste momento, as manifestações de apoio são feitas em força e têm grande im-pacto no seio dos camaradas, fruto dos projectos destinados a melhorar a vida das populações, como é o caso das centrais fotovoltaicas, construção e melhorias das vias rodoviárias nas cidades do Lobito e de Benguela, que têm contribuído de forma satisfatória para a mobilidade das viaturas. Conta-se, ainda, a construção do pólo universitário da Catumbela, que vai albergar milhares de estudantes.

Os empresários do sal na localidade do Chamume, Baía Farta,  têm, agora, energia eléctrica, resultante das unidades de produção, os quais deixam de recorrer a fontes alternativas, onde eram gastos "milhares de kwanzas" na compra de combustíveis.


Mobilização porta a porta

O MPLA, no Cuanza-Norte, continua a dar o máximo, nos 10 municípios da província, com a intensificação da campanha de mobilização porta a porta, para conquistar o voto dos eleitores.

De acordo com o segundo secretário provincial do partido na província, Félix Cutaba, o MPLA está a realizar uma "maratona" de visitas aos bairros periféricos dos municípios e comunas, com a distribuição de material de propaganda, de modo a convencer o maior nú-mero de eleitores a votar no número "8", no próximo dia 24.

"Todos os dias, depois da actividade laboral, os responsáveis, membros, militantes, amigos e simpatizantes do nosso partido desdobram-se nos pontos da província, em trabalho de campo, para a aproximação aos eleitores e  divulgação da imagem do  líder do partido, João Lourenço, bem como da bandeira", disse.

Com a máxima "o MPLA não dará espaço para outra força política", Félix Cutaba  garante que  o partido vai sair vitorioso no dia 24, sublinhando, entretanto, que "é preciso arregaçar as mangas para o alcance deste objectivo". O responsável disse ter motivos para estar satisfeito, porque tem recebido um grande retorno da população.

Félix Cutaba reafirmou que o MPLA é o partido mais organizado e com melhores estratégias para continuar a governar e organizar o país em todas as vertentes. "O MPLA é, sem sombra de dúvidas, a opção certa para continuar a dirigir os destinos dos angolanos", ressaltou.

Cutaba assegura que o Cuanza-Norte é e continuará a ser uma praça do MPLA, sublinhando que nenhum outro partido vai retirar os 5-0 que a província tem garantido em todas as eleições aos "camaradas". "O MPLA vai conquistar os cinco assentos do círculo provincial", frisou o político.

O dirigente partidário realçou que o presidente João Lourenço é o candidato certo e, seguramente, com o apoio dos seus militantes, não dará espaço de manobra à concorrência. Segundo Félix Cutaba, os mobilizadores continuam a divulgar o manifesto eleitoral e o  programa de governo do MPLA, que, em caso de vitória, vai dar seguimento à melhoria da situação socioeconómica do país, em todas as vertentes.

 

Cunene

O MPLA vai continuar a apostar na humanização dos serviços de saúde na província, visando a melhoria contínua da qualidade de vida das populações, assegurou terça-feira, no município da Cahama, o segundo secretário provincial do partido no Cunene, Gonçalves Namweia.  

 Falando num acto político de massas, no âmbito da conquista ao voto, rumo às eleições gerais de 24 deste mês, em representação da primeira secretária provincial do partido, Gerdina Didalelwa, Gonçalves Namweia disse que constitui uma preocupação permanente da organização, a melhoria o bem estar das populações, através da oferta de diferentes serviços.

O responsável político apontou a aposta contínua na melhoria das vias de comunicação, quer secundárias como terciárias, para facilitar a circulação de pessoas e mercadorias, a levar a água às zonas com grandes necessidades do produto, bem como levar energia eléctrica a todas as casas. A aposta na agricultura vai ser outro forte do MPLA nos próximos cinco anos, caso o partido seja eleito, segundo Gonçalves Namweia, como forma de tirar a província e o país da dependência do consumo de produtos importados.

Para o dia da votação, o segundo-secretário do MPLA no Cunene apelou aos militantes a deixarem em casa todo o material de propaganda, e irem apenas com as suas vestes normais, visando evitar possíveis conflitos com apoiantes de outras formações políticas. Gonçalves Namweia, que apoiado num caderno eleitoral simulado, apelou aos presentes o voto ao número oito, ao mesmo tempo que convidou a cada um dos militantes a levar para a mesa de voto mais oito elementos, e votarem no partido, por "ser o único capaz de garantir melhores condições de vida às populações".


Manuel Fontoura | Ndalatando e Domingos Calucipa | Cahama

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