Política

MPLA e UNITA justificam votos a favor e contra

O grupo parlamentar do MPLA votou a favor da Conta Geral do Estado, porque, apesar de ter sido um ano difícil para a economia angolana, foi possível executar alguns projectos em algumas localidades.

22/07/2021  Última atualização 09H15
© Fotografia por: DR
A deputada Ruth Mendes, da bancada maioritária, afirmou, na declaração de voto, que o MPLA tem noção que o caminho é ainda longo para resolver os problemas que afligem as populações, mas a execução do OGE de 2019 teve algum impacto nas localidades, onde foi possível desenvolver programas e projectos.

O primeiro vice-presidente do grupo parlamentar da UNITA afirmou que o seu partido votou contra porque os grandes objectivos nacionais que o OGE assumiu para o exercício de 2019 ficaram longe de serem alcançados.
Segundo Maurílio Luiele, entre os objectivos nacionais constam o desenvolvimento económico e social sustentável, redução das desigualdades e a edificação de uma economia diversificada.
A CASA-CE anunciou ter votado contra devido "às más práticas constatadas na Conta Geral do Estado”. Segundo o presidente do grupo parlamentar da coligação, Alexandre Sebasdtião André, "essas más práticas inviabilizaram a paz social e a tranquilidade dos cidadãos”. O deputado Bendito Daniel, do PRS, disse que o partido votou pela abstenção pela falta de participação directa no processo. "Não houve uma fiscalização prévia, nem aperfeiçoamento no processo de elaboração e prestação de contas”, justificou.

Os deputados não integrados em nenhum grupo parlamentar também votaram contra. Em nome de todos, Leonel Gomes justificou a opção: "a Conta Geral (de 2019) não reflecte o bem-estar da população angolana e vivemos muitos anos de promessas”.


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