Política

MPLA é o mais interessado em realizar eleições pacíficas

A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, afirmou, este sábado, na cidade do Lubango, durante o acto de massas, que o seu partido é das forças políticas a mais interessada em que as eleições decorram de forma ordeira e pacífica.

22/05/2022  Última atualização 12H15
Luísa Damião afirma que o Executivo está a realizar acções em benefício do povo © Fotografia por: Arão Martins | Edições Novembro | Huíla

Luísa Damião disse que, nesse sentido, o MPLA tem promovido um ambiente político de respeito pelas diferenças, enquanto outros preferem fazer provocações. Antes de avançar mais sobre as eleições, a dirigente introduziu o tema da governação. "Estamos comprometidos em atender as necessidades do povo, como testemunhamos com a execução do PIIM, que está a permitir colocar vários equipamentos sócio-económicos à disposição das populações, incluindo as das zonas mais recônditas do país”.

"Os projectos do PIIM, presentes em todo o país , estão a concretizar acções para a melhoria da qualidade do fornecimento de energia, do abastecimento de água, da inclusão de mais crianças no sistema de Educação e Ensino, bem como permitem, ainda, proceder a uma assistência médica e medicamentosa condigna às populações", disse a dirigente partidária. Estas acções, continuou, permitem, ainda, ampliar a oferta de habitação, melhorar a qualidade da acção agrícola e das vias de comunicação, bem como acomodar melhor as iniciativas dos agentes culturais. "O PIIM está a revolucionar a vida nos 164 municípios do país", afirmou Luísa Damião.

Para a vice-presidente do MPLA, os projectos em curso estão a criar possibilidade de emprego para um número considerável de jovens. Neste sentido, enalteceu o empenho do Governo Provincial da Huíla, por demonstrar capacidade na execução das obras do PIIM, contribuindo, assim, para a melhoria das condições de vida das populações.

Ao retomar o tema eleições, Luísa Damião defendeu que " o processo eleitoral deve ser encarado como uma festa da democracia, em todas as suas fases, com o envolvimento de todos os cidadãos, por forma a se evitarem especulações como as que têm a ver com as reclamações de consulta de dados". "Todos ouvimos que as autoridades colocaram à disposição canais de consulta de dados, através dos quais, qualquer um de nós, desde que ache necessário, possa conferir então a sua situação eleitoral", pontualizou a dirigente partidária. 

A vice-presidente do MPLA, dirigindo-se aos militantes, amigos e simpatizantes do partido, aconselhou "a não responderem às provocações de outras formações políticas, porque, além de serem acções baixas, em nada contribuem para que as eleições decorram de forma ordeira e pacífica,  condições indispensáveis para o seu sucesso, para assegurar o trabalho que as autoridades estão a realizar em prol do desenvolvimento do país".

Apelou os eleitores a estarem vigilantes, e a não se deixarem intimidar por aqueles que nada fazem. Luísa Damião acrescentou que a estratégia de criarem instabilidade nas instituições falhou, e tentam, agora, a política do "bota abaixo". "Mas o povo está atento, e não se deixará enganar", enfatizou a vice-presidente do MPLA.

"Eles criticam, mas não conseguem fazer nada. Hoje, notamos que há mais hospitais, escolas, energia eléctrica, água. As nossas acções permitiram transferir água do rio Cunene para as populações afectadas pela seca, através do canal de Cafu, conferindo melhor qualidade de vida aos habitantes e ao gado”. A dirigente pontualizou que, apesar das dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19, o país fez reformas nos domínios da vida política, económica e social, tornando a economia nacional menos dependente do Sector Petrolífero. "Há melhoria no ambiente de negócios e da imagem de Angola junto das instituições financeiras e investidores internacionais",  afirmou a dirigente do MPLA.

A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, enalteceu, por isso, as reformas em curso no país, implementadas pelo Executivo sob liderança do Presidente da República, João Lourenço, tendo referido, a propósito, estar tudo muito claro em relação ao pouco tempo que o Governo teve para executar os seus programas. Isto, acrescentou, aumentou "a certeza e a confiança dos angolanos num futuro melhor".


Estanislau Costa e Arão Martins | Lubango

 

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