Política

MPLA defende maior sensibilidade da banca

António Capitão | Uíge

Jornalista

A directora do Gabinete para a Cidadania e Sociedade Civil do MPLA, Fátima Viegas, defendeu, ontem, na cidade do Uíge, maior sensibilidade da banca comercial nos processos de solicitação de financiamento de empreendedores e pessoas com ideias de negócio, sobretudo jovens e mulheres, com vista a facilitar o empoderamento e a criação de oportunidades de emprego.

08/06/2021  Última atualização 09H40
© Fotografia por: DR
A também secretária para os Assuntos Sociais do Presidente da República, que falava na abertura do Work-shop sobre "A importância do empreendedorismo, emprego, responsabilidade social e desenvolvimento local”, disse que os vários actores do mercado de em-prego e banca, em particular, são indispensáveis para a diversificação da economia, daí a necessidade de serem mais sensíveis às dificuldades dos empresários e empreendedores na organização dos processos de solicitação de financiamento. 
  Sublinhou que o work-shop visou juntar os principais actores do mercado de emprego, sobretudo jovens e mulheres da província que procuram uma oportunidade de emprego ou têm ideias de negócio, os serviços públicos, como o INEFOP e o INAPEM, que têm a vocação de auxiliar as pessoas nesta matéria, os bancos comerciais, que disponibilizam financiamento, para uma concertação que viabilize o processo. 

O governador do Uíge, José Carvalho da Rocha, disse ser necessário o surgimento de mais empreendedores e a potenciação dos já existentes. "Falar de empreendedorismo e empregabilidade são assuntos de abordagem do dia-a-dia que devemos prestar muita atenção e encontrarmos soluções, tendo em conta o impacto que têm na vida dos cidadãos", sublinhou.Luís Dambi, do Gabinete para a Cidadania e Sociedade Civil do MPLA, ao dissertar sobre a responsabilidade social das empresas, defendeu que as organizações comerciais, empresariais e industriais não devem estar focalizadas apenas na materialização do lucro. 

As empresas, disse, devem também direccionar  as suas acções na protecção e melhoria da qualidade de vida das comunidades onde estão inseridas, através dos objectivos sociais e dos problemas da população, aplicando e utilizando parte dos recursos financeiros, técnicos e humanos na busca de soluções para as necessidades colectivas do município, comuna ou aldeia onde estejam a trabalhar. Luís Dambi sublinhou que as empresas que apostam na responsabilidade social têm como contrapartida uma maior divulgação da sua imagem, mais notoriedade nos clientes, engajamento dos colaboradores, incentivos e benefícios fiscais, como a redução de impostos, prevista na Lei do Mecenato.

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