Política

MPLA acredita na força do diálogo e do perdão

Domingos Calucipa | Ondjiva

Jornalista

O MPLA acredita na força do diálogo, principalmente quando surgem ideias e visões diferentes sobre fenómenos sociais, políticos e económicos, que primam sempre por princípios e valores comuns, afirmou, sexta-feira, em Ondjiva, província do Cunene, a vice-presidente do partido, Luísa Damião.

01/08/2021  Última atualização 09H07
© Fotografia por: Nilo Mateus | Edições Novembro
De acordo com Luísa Damião, que falava num encontro de recolha de opiniões da sociedade civil denominado "Termómetro”, que abordou o tema "A dimensão do perdão na consolidação de uma Angola de paz, reconciliação e desenvolvimento”, o "MPLA abraça com seriedade e muita responsabilidade o discurso de perdão do Presidente João Lourenço, cuja mensagem está a ser bem acolhida pelas famílias angolanas, organizações da sociedade civil e igrejas”.


"Só quem percebe a profundidade e o alcance do reconhecimento do erro e do valor do perdão e da reconciliação está apto para dar passos em direção à superação e à vitória em todas as esferas da vida”, observou.

Para a vice-presidente do MPLA, todos devem "cultivar o espírito de ser  e de estar, onde a tolerância se sobrepõe à vingança e o perdão sobre os corações carregados de dores”. Disse que o "diálogo permanente e genuíno” é a melhor arma para a resolução dos múltiplos problemas, quer sejam na família, nas organizações ou no Estado.

O jornalista Jaime Azulay, um dos prelectores do encontro, incentivou o perdão na sociedade como factor determinante para a reconciliação e unidade nacional.

Jaime Azulay afirmou ser "necessário unificar o país e ver no perdão o caminho para o progresso que se almeja” em toda Angola.

Sérgio Calundungo, outro prelector, frisou que "seja partido político ou igreja, deve medir o seu grau de perdão e acção”. "Temos um exemplo de perdão feito pelo Presidente da República, João Lourenço, à volta do 27 Maio, pois o perdão reunifica a nação”, considerou.

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