Cultura

Morte de Tchito enluta a música

A cultura nacional, em geral, e a música, em particular, ficaram mais empobrecidas com a morte do músico e compositor Francisco Oliveira Neto “Tchito”, ocorrida a 31 de Dezembro do ano passado, por doença, em Luanda.

06/01/2022  Última atualização 10H55
Feitos de Francisco Oliveira Neto são reconhecidos © Fotografia por: DR
O ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Filipe Zau, manifestou, quarta-feira (5), o profundo sentimento de pesar pelo falecimento do cantor e compositor, ocorrido na capital.

"Nesta hora de dor e tristeza, em nome de todos os funcionários e colaboradores do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, endereço à família enlutada e à UNAC, União Nacional dos Artistas e Compositores, os mais profundos sentimentos de pesar”, destacou num comunicado de imprensa.

No comunicado, o ministério destaca ainda o facto de Tchito ter iniciado, muito novo, a actividade artística, tocando tumbas nos grupos de Carnaval de Luanda, na década de 1960.

Anos depois, realça o documento, com os primos Rosalino Malecama, Chico Lima e Jacinto Lima, funda o grupo Os Manos Dikambas, tendo feito várias actuações em centros recreativos e nos salões de festas mais frequentados de Luanda.

Em 1985, acompanhado pelos Maringas, foi o artista vencedor da fase provincial do primeiro Festival Nacional da Canção, realizado no Cine Kalunga, em Benguela.

Ao longo da carreira, Tchito esteve ainda entre os nomes de referência de agrupamentos como os Pratas Negras, Rebita X9,  Musatro, Banda Saudade, tendo se destacado no Quarteto da Saudade, com Augusto Chacaya, Brando e Neto.

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