Política

Ministro pede maior participação dos quadros na próxima edição do Prémio Nacional de Jornalismo

Edivaldo Cristóvão

Jornalista

O Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social lançou, ontem, o desafio aos profissionais de comunicação, a participarem, em massa, na próxima edição do Prémio Nacional de Jornalismo.

01/12/2022  Última atualização 08H57
Mário Oliveira enalteceu o empenho dos participantes que concorreram nesta edição © Fotografia por: João Gomes | EDIÇÕES NOVEMBRO

Mário Oliveira destacou, durante a cerimónia de outorga do galardão aos vencedores desta edição 2022, nas categorias de Imprensa, Rádio, Televisão e Fotojornalismo, que o Prémio Nacional de Jornalismo assinala este ano o 15° aniversário e a cerimónia homenageou o mês da Independência e o centenário do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto.

Durante o acto, o ministro elogiou a dimensão do prémio este ano por ter incluído participantes de 17 províncias, num sinal da aceitação da classe quanto ao concurso. "Estamos satisfeitos com a participação, mas não devemos nos acomodar, porque esse número pode crescer mais, para o bem da competição e da promoção da qualidade. Esperamos uma participação massiva na próxima edição, por isso lanço um repto a todos os jornalistas”, apelou.

O júri, referiu, tiveram como base de avaliação aspectos como o conteúdo das matérias, a originalidade, qualidade  e criatividade. O ministro reiterou, ainda, o apoio do Executivo nas iniciativas semelhantes e incentivos aos profissionais da comunicação social.

 

Vencedores

Este ano, a categoria de Imprensa teve como vencedor o jornalista Victória Maviluka, do Novo Jornal, com a reportagem "Todos pelo Mangais, não importam as divergências”, numa jornada de campo do Presidente da República pelo meio ambiente.

O jornalista agradeceu a distinção e destacou a importância de abraçar as causas do meio ambiente. "Os jovens devem ir atrás dos sonhos, aproveitando as oportunidades e explorar mais o talento”.

Na categoria de Rádio venceu o jornalista Dito Tavares, da Rádio Malanje, com a peça "Reconstrução da Estrada Nacional 330”. No acto, o jornalista pediu mais empenho aos demais profissionais para atingir a excelência.

Na categoria de Televisão foi distinguido o jornalista Isidro Sanhanga, da TPA, com a matéria intitulada "Angola Cabo Verde unidos pela língua, sangue e cultura”. Emocionado, dedicou o prémio aos pais (já falecidos) e aos colegas da TPA.

Na categoria de Fotojornalismo, o laureado foi o jornalista António Soares, do Jornal de Angola, colocado na província de Cabinda, que agradeceu o apoio recebido da família e colegas.

A segunda classificada na categoria de Imprensa foi a jornalista Teresa Fukiady, do Novo Jornal, enquanto o terceiro foi Matias Adriano, do Jornal dos Desportos.

Na categoria de Rádio, o segundo classificado foi Aristides Kito, da Rádio Cuando-Cubango, e o terceiro Etelvino Domingos, da Rádio Cuanza-Norte.

Para a categoria de televisão, o segundo classificado é o jornalista Walter Marcelino, da TPA, colocado no Cunene, e o terceiro Carlos Capitango, da TV Zimbo, em Luanda.

Na categoria de Fotojornalismo, Pedro Parente, da agência ANGOP, foi o segundo classificado, e o terceiro César Magalhães, do jornal Expansão.

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