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Ministro Manuel Homem regozijado pela “vitória inédita” de Angola no Prémio SADC de Jornalismo

JA Online

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, mostrou-se regozijado pela “vitória inédita” de Angola no Prémio SADC de Jornalismo 2022 anunciada, hoje, em Kinshasa, RDC, onde decorre a 42ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral.

17/08/2022  Última atualização 16H38
Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem © Fotografia por: DR | Arquivo

Numa mensagem de felicitações, Manuel Homem realça que o facto de Angola ter-se sagrado campeã das categorias de Rádio e de Televisão e vice-campeã na de Imprensa, "neste concurso regional, um acontecimento inédito na história Comunicação Social do país, enche de orgulho os profissionais angolanos e não só, pelo reconhecimento e valorização do que de melhor se faz na região SADC, neste capítulo”.

Segundo o ministro, os três jornalistas angolanos, designadamente, Aristides Kito, (vencedor da categoria de Rádio), Cândido Calombe, (vencedor da categoria de Televisão) e Jaquelino Figueiredo, (segundo classificado da categoria de Imprensa), acabam de demonstrar, uma vez mais, que a qualidade da Comunicação Social angolana é uma referência exemplar em toda a região da África Austral, onde cada Estado membro deliberou, através do seu voto livre e consciente.

"Em nome do Governo angolano expresso o mais vivo reconhecimento a todos os jornalistas angolanos que têm participando nas distintas edições do Prémio SADC de Jornalismo, um concurso a todos os títulos de alto nível, inserido numa visão compartilhada e enraizada nos valores e princípios comuns e nas afinidades históricas e culturais existentes entre os povos da África Austral”, lê-se na missiva do ministro Manuel Homem.

Por fim, o titular da pasta das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social exorta todos os jornalistas angolanos a continuarem a participar, através das suas reportagens, crónicas, textos de análise, programas, entrevistas, fotografias e demais géneros jornalísticos, "neste importante concurso, que perdura desde 1996, ajudando, ao seu nível, as autoridades públicas para uma melhor integração de Angola na região, em todas as suas facetas”.

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