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Mercados de Natal de Berlim podem ter poucos clientes

As temperaturas caíram na capital alemã com os primeiros graus negativos do ano. Se antes este era motivo de convite para os mercados de Natal, especialmente para o vinho quente, este ano o receio da falta de clientes volta a pairar sobre quem ali vende.

20/11/2022  Última atualização 09H53
© Fotografia por: DR

Juan Carlos torna a vender brinquedos depois de quase dez anos de ausência dos mercados de Natal. Lamenta a falta de gente, mas acredita que tudo irá melhorar no mês de Dezembro, quando faltar menos para o Natal. Ainda assim, não ignora as mudanças nos preços.

"Está tudo mais caro. O que compramos, o que vendemos. Mas onde noto mais, para já, é no supermercado. Os dez euros que usava há quatro meses para as compras agora não dão para nada”, lamentou.

Para Martin, as opcções biológicas disponíveis nas prateleiras passaram a ser um luxo.

"Se antes conseguia comprar produtos mais naturais, que faziam melhor à saúde, agora essas opções passaram a ser incomportáveis. Temos de escolher o mais barato”, apontou.

Ao lado, a namorada explica que o aumento generalizado dos preços, sobretudo nos custos da energia, já a fez baixar o aquecimento em casa.

"Até aqui, com temperaturas superiores a 10 graus, não tínhamos grandes problemas. Mas agora, com o frio, vamos ter de reforçar as camisolas a usar dentro de casa.

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